Acho que não preciso dizer que a agora o Super Nada mudou de local e nome. Fui com muito prazer que nos mudamos para o Wordpress (ferramenta fantástica para blogs) e que agora nos chamamos Dead Monkeys (que é um nome foda, mesmo que ainda não tenha explicação).
O importante é que eu sei que muita gente ainda usa esse link velho, então sempre atualizo esse blog dizendo que tem um post novo no outro blog.
O posta da vez fala sobre meu mais novo vício e a sua aplicação nos celulares. Quem quiser realmente ler é só clicar nesse link>> http://brenocsouza.wordpress.com/ e se jogar direto em mais uma leitura sem compromisso.
Peço mil desculpas pela demora na escrita, mas acho que compensei com esse post.
A menina de cabelos encaracolados - Um relato de sobre minha atual musa. O texto ta grande, as vezes fica chato de ler, mas eu acho que conta uma história interessante. Também tem um final TRUE preconceito. Mas para ler você tem que ir até o meu novo endereço >> DeadMonkeys.
Bem... se você quer realmente ler o Super Nada Mesmo, peço desculpas porque agora não escrevo mais nesse blog. Estou em novo endereço, então quem quiser ler o "novo" post, favor ir visitar o novo blog brenocsouza.worpress.com, que foi carinhosamente apelidado de deadmonkeys (não me perguntem porque desse titulo).
Espero que o novo blog tenha mais leitores que esse antigo e que eu possa cada vez escrever melhor, ainda mais porque eu tenho muito a melhorar).
PS: Quem me adicionou em suas listas de blogs e links preferidos, por favor adicionar o novo blog.
Não tem nada mais chato do que um fã xiita. Eles são extremistas e bitolados que só conseguem ver um lado das questões envolvendo seus ídolos, e geralmente esse é o lado que mais agrada a eles, quase uma relação de “me engana que eu gosto.” Sou uma pessoa de poucos (quase nenhum) ídolos, primeiro porque acredito na máxima que não temos que ficar louvando outras pessoas que são tão plausíveis de erro como nós mesmos. Então não faço muita questão de saber se certo cantor usa cueca preta de bolinhas brancas, o que eu quero saber mesmo são informações sobre as músicas e, muito as vezes, sobre o cantor, mas no aspecto de criação ou cultura.
Mas os piores de todos os fãs xiitas que existem são os headbangers. Mais conhecidos pelo termo “metaleiros”, esses toscos/escrotos/chatos vem povoando a terra desde que a primeira banda de Metal subiu em um palco de algum bar perdido no meio do nada norte americano e desde então vem tomando a terra, as vezes em ondas crescentes, as vezes em pequenas vertentes. Na realidade não importa a freqüência (ainda uso as antigas regras) com a qual essas criaturas aparecem, porque só um deles é o suficiente para acabar com a minha noite. Acho que não é segredo para ninguém que eu adoro shows de rock e tanto faz qual é o estilo do rock, pode ser EMO como pode ser Trash, para mim tanto faz. O que importa é que eu vou estar no lugar e ver os caras tocarem, improvisarem e criarem. Não vou só porque gosto de uma “bandinha” a parte, claro que a coisa fica boa se eu curto o som de quem estiver tocando. Porém tive que deixar de ir a shows de Metal só por causa da presença de fãs xiitas, muitas vezes amigos meus, que insistem em discussões idiotas do tipo: comparar quem é o melhor, quem é o mais bizarro, quem tem a barba/cabelo de cara mais legal... E essa nem de longe é a pior característica desse grupo de fãs. Será que eu realmente tenho que concordar quando alguém me diz que Metallica é zilhões de vezes melhor que Mega Death? Será que eu tenho que admitir em público que o Iron sem o Bruce não é nada?
O engraçado é que os fãs xiitas headbangers não tem uma diretriz certa, são tantos estilos dentro do Metal, que eu já vi dois carinhas que curtem Angra brigando só porque um deles afirmou que Angra é Metal Melódico e outro disse que era Metal Atmosférico. Ou seja, nem eles sabem o que querem.
O que eu queria? Que os fãs, independente da banda e do estilo, parassem de se achar melhor que terceiro só por ouvir um tipo de música X. Só não sei se isso é pedir demais.
Em fim... acho que não vou largar mais esse blog, mas vou postar menos vezes. Alguns já sabem que agora eu escrevo em outro blog, um sobre literatura, por enquanto tenho me limitado aos quadrinhos, mas logo escreverei sobre um autor do qual gosto muito. Quem puder dar uma passar por lá, é só clicar aqui, que vai direto para o meu mais novo post.
A coisa que eu mais tenho sentido falta é de poder escrever como escrevia antes. Faz alguns meses que eu estou passando pela maior crise de criatividade de todos os tempos dessa curta existência que chamo de vida. Nunca antes eu havia passado por um período tão grande de falta de inspiração. Atualmente só consigo escrever sobre aquilo que ouço e vejo. Criar que é bom, necas!
Vocês (hoje posso dizer vocês, pois sei que mais de uma pessoa visita esse blog) podem nem ter percebido, porque não coloco aqui minhas criações, mas quem lê o Contos Café Poesia já deve ter percebido que eu não posto nada à um bom tempo. Não quero escrever textos, contos e poesias com menor qualidade do que aquelas que eu já escrevia, então por isso não posto nada. Minha mente tenta se manifestar algumas vezes durante o dia, mas geralmente eu estou no meio de um trabalho ou na condução e por isso não tenho tempo de parar para colocar no papel as loucas idéias que surgem e quando eu digo que são loucas, é porque elas realmente estão muito fora do normal.
Ainda não terminei o conto/romance que estava escrevendo, o Camadas, e para piorar ainda não acabei a série Um Novo Escurecer e nem o conto Lotus. Estou definitivamente parado. Admito que não sei por onde voltar, é fato que eu perdi o feio da meada em todos os projetos que tinha começado.
Início 2009 cheio de projetos inacabados e uma extrema falta de tempo. Agora vem a faculdade (se tudo der certo nesse domingo dia 11), que aparenta consumir muito mais tempo que o colégio.
A boa notícia é que agora eu sou o moderador da sessão de quadrinhos do Meia Palavra (fórum de literatura, sobre o qual já falei aqui mais de mil vezes) e faço parte da equipe do blog do Meia Palavra.
Na real: eu nem sei o que vai acontecer com o Super Nada mesmo. Não sei se terei tempo de manter um blog pessoal e nem sei se quero manter isso, mas também não quero perder o único lugar de verdade aonde posso deixar minhas opiniões aleatórias sobre a humanidade. Só espero que no meio disso tudo, vocês, os leitores do Super Nada, entendam que eu estou crescendo e evoluindo mentalmente e por isso preciso de novas fronteiras à quebrar.
Não, esse não é meu ultimo post (assim espero). Mas pode ser o penúltimo. Bom... vocês vão saber aonde me procurar se eu for escrever em outro lugar. Quanto aqueles que eu acompanho os blogs ( Mari, Leo e outros que no momento não lembro os nomes), aviso que não vou deixar de ler o que escrevem, só não vou poder fazer isso com a agilidade que fazia antes.
Abraços, garotada! E não se esqueçam de ler meu primeiro post no Blog do Meia Palavra (sim isso é um link e para ler basta clicar nele)
Esse post foi escrito para o meu novo blog, mas como eu ainda não terminei ele, vou postar aqui mesmo.
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O que devemos esperar de uma banda que tem em sua formação três figuras mais que carimbadas do novo pop rock nacional? Boa coisa é que não é! Imagine juntar numa mesma banda um cara que tocava com a Pitty, o Junior (aquela sombra da Sandy) e o Champion ex Charli Brown, e ainda de quebra colocar um vocalista com uma voz estranha e totalmente desconhecido. A primeira vista essa não é uma mistura muito confiável. Mas (in)felizmente essa é exatamente a formação da 9 Mil Anjos.
Ouvi falar da 9MA pela primeira vez num daqueles programas de fofoca que passam na televisão, não que eu adepto desses programas de fim de tarde, mas como estava dando uma passeada pelos canais da nossa tão adorada televisão aberta, acabei me interessando e vendo a matéria completa sobre a banda. Como eles são uma grande novidade e falta ainda conteúdo para falar, o programinha nem se deteve durante muito tempo no assunto banda e sim na vida de cada um dos participantes, porém aqueles poucos minutos que foram gastos falando sobre a banda, foram o suficiente para me fazer pensar em realmente ouvir algo deles quando estivesse disponível na rede.
Não demorou muito para o 9MA dar suas caras ao mundo, depois de passar um tempo dentro de um estúdio nos E.U.A gravando seu primeiro CD. Diferente da minha previsão, o lançamento do álbum não foi um boom daqueles, na verdade ouve pouca divulgação por parte da mídia e parecia que estavam todos empenhados em boicotar o trabalho de nossos jovens músicos de carreiras já manjadas ou que eles mesmos havia, de propósito, afastado seu passado afim de não deixarem isso atrapalhar o novo projeto.
Depois de alguns dias do lançamento do álbum eu já o tinha em meu mp3 player (leia como companheiro inseparável de viagem) e o examinava minuciosamente durante a viagem diária que faço todos os dias para ir ao trabalho. Ouvi cinco incansáveis vezes o CD, dedicando minha mente só as melodias, letras e arranjos que estava tocando e fiz tudo de olho fechado imaginado cada um dos músicos tocando seus devidos instrumentos. Queria fazer tudo direito já que essa seria a primeira crítica que eu faria no blog.
Agora posso dar a minha opinião sobre o trabalho do 9MA. E apesar de ter gostado do CD e continuar ouvindo mesmo depois de terminada a necessidade de ouvi-lo, minha crítica não vai passar muito longe de todas as já feitas. O primeiro álbum do 9 Mil Anjos não é grande coisa, é repleto de clichês e lugares comuns, tem bons instrumentistas, um vocalista que as vezes surpreende com sua voz estranha e tem letras extremamente previsíveis. Sua formação é Peu (ex Pitty) na guitarra, Champion (ex Charli Brown) no baixo, Júnior Lima (ex Sandy e Júnior) na bateria e Perí (um desconhecido qualquer) no vocal. Afirmo que eles sabem como conduzir o cd bem, a coisa toda não chega ser ruim, só é diferente do que qualquer um esperava. Definitivamente ou ia ser uma bomba completa ou um álbum genial, só que não foi nada disso. Agora espero o segundo álbum para saber se eles vão se manter por esse lado que estão ou se destruíram o pouco que já tem.
Não vou mentir, o álbum 9MA não algo que eu recomendasse para as pessoas que não sabem como lhe dar com coisas novas, mas também não é um CD para se ouvir quando a banda acabar. Ouçam e me digam o que vocês acham.
Sei que isso não é um flog, mas eu tinha que mostrar o único presente que eu ganhei nesse dia vinte e um de dezembro (meu aniversário para os desavisados). Ganhar um garrafa dessas me fez mais feliz, porque é dentro dela que está a falicade, como o sábio avô do Constantine já dizia. Em fim manolos, amo todos vocês. Já estou alto com a vodka, mas isso me deixa mais feliz ainda, porque o balanço desse final de semana foi horrivel. Beijocas e ótimo natal para todos.
Desde de pequeno eu sempre acreditei que havia algo por trás de cada uma daquelas fábulas que me contavam na escola. Simplesmente eu não conseguia conceber uma idéia como um final feliz para toda a eternidade, primeiro porque a eternidade é muito tempo e ninguém pode ser feliz por tanto assim; segundo porque aprendi muito sedo que tudo tem dois lados principais: o lado de quem conta e o lado de quem viveu a situação.
Tente imaginar junto comigo um mundo de contos de fadas e fábulas aonde as coisas não são bem como nos contaram. Vamos criar um novo mundo de fantasia. Começando pelas coisas básicas: não haverá sempre finais felizes, príncipes encantados podem ser gays, nem todas as bruxas são más e nem toda princesa é virgem. Não seria uma coisa tão ruim assim não é verdade?! Outras pessoas já tentaram recriar o mundo da fantasia, mas na minha opinião não ficou muito bom. Qual é graça do Shereck afinal de contas? Tipo: uma princesa que vira um ogro fêmea? Um ogro fêmea? Isso não tem graça! É como enganar mais ainda as criancinhas que estão vendo o desenho. Eles alegam que construíram uma nova forma de terminar os contas de fadas, com os personagens mais incomuns se tornando protagonistas e todo aquele blá blá blá de não exclusão e preconceito, mas é tudo besteira. Sabe o que seria legal mesmo para o final de Shereck: o ogro comendo todo mundo! Isso sim seria legal.
Agora deixando um pouco de lado essa coisa de ogro comendo gente. Tenho que explicar o porquê desse meu interesse repentino em fábulas. Bem... na quarta-feira (10/12) eu comecei a ler uma das HQs mais legais que já baixei e ela fala exatamente das fábulas, na verdade fala sobre o mundo por trás das fábulas que agora vivem em nossa realidade. O nome da HQ é Fables (fábulas em português) e conta história das fábulas que deixaram seu mundo (na HQ chama de Terra Natal) para vir coexistir em nosso mundo, mas sem, é claro, ficar a mostra para os humanos. A maior parte das histórias se passa no centro de Nova York, aonde existe um grande edifício que é onde fica a prefeitura da cidade de Fábulas e nele trabalham e vivem algumas das fábulas ainda com seus castelos, mas nesse ultimo caso, devidamente escondido dentro de salas por meio de magia. A vice prefeita da cidade de Fábulas é a nossa amável, mas de passado desonroso, Branca de Neve, que emprega como seu xerife o ex malvado Lobo mal, que por sua vez tem como ajudando o príncipe que um dia foi sapo e que não perde a mania de comer insetos.
Bom... Fables ou Fábulas é simplesmente foda e merece ser lido por cada pessoa que se acha no mínimo inteligente. Vou deixar o link para vocês baixarem, junto com o link do programa que é usado para a visualização das HQs.
P.S: Agora eu sou moderador da parte de quadrinhos do fórum Meia Palavra, do qual já falei aqui umas duas vezes. Quem quiser, dá uma passada por lá! Espero vocês.
Links: Fábulas - link para o site da vertigem CDisplay - link para o programa que permiti visualizar o tipo de arquivo em que gravado o fábulas
A exatos quatro anos atrás eu tive a maior experiência da minha vida! E eu não estou falando de perder a virgindade! A quatro anos atrás eu estive no lugar mais iluminado por forças divinas em que já pode ter a felicidade de estar. Sim senhoras e senhores, no dia 4 de dezembro, eu, Breno Cavalcante de Souza, estava na Apoteose do Rio de Janeiro, contemplando o show da banda Pearl Jam. Já comentei sobre esse dia aqui no blog, mas como é a única data em que posso dizer que tive uma experiência espiritual, tenho que voltar a falar nela toda semana em que ela faz aniversário.
Não importa quantas vezes eu tente negar ou quantas vezes diga a mim mesmo que essa data nada significa, simplesmente não consigo apagá-la da minha mente. Acredito que é pelo simples fato de que quando o Pearl Jam subiu no palco naquele dia e começou a tocar, por alguns segundo ou nano segundos, eu, o cara mais cético do mundo, acreditei na existência de um ser chamado Deus. Pode parecer coisa de fã maluco, mas juro que não é, tanto porque eu nem escuto mais tanto PJ assim.
Não sei se posso descrever direito como foi estar lá naquele momento ou o que eu realmente senti, só me lembro que não estava drogado e nem alcoolizado. Foi como... como... tocar o céu com os meus dedos e sentir que ele era feito de uma geléia de energia. Eu estava lá, na arquibancada, rodeado de amigos, rodeado de gente que estava ali pelo mesmo motivo que eu: ser feliz da forma mais simples do mundo, ouvindo música! E era boa música, das melhores para ser mais exato.
Para ser sincero, o PJ começar o show com Last Exist e Do The Evolution, foi muita maldade comigo, mas o que acabou mesmo com o meu coração foi terem tocado Save You logo na terceira música, tenho que admitir que quando escutei a guitarra arranhada do Mike McCready tive orgasmos múltiplos e meu corpo começou a ficar gelado (viadagem pura, mas foda-se) no meio do refrão, aonde se grita: Save you, save me, eu dei um grito tão forte, que era como se a minha garganta fosse um foco profundo e aquele fosse o grito da minha alma... pausa para o choro... Outra cena que sempre estará em minha memória é ouvir e ver Eddie Vader dizer que eles voltariam aqui quando Bush não estivesse mais no poder, essa frase acelerou ainda mais minha circulação e me fez pensar: eles voltam. Puts! Tenho calafrios só de pensar que um dia eu vou gritar de novo Save you, save meeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee...
Espero que vocês tenham entendido porque esse dia é tão especial para mim, que tenho conseguido sentir a emoção que me dar escrever essa palavras de cunho sexual duvidoso, porque eu cada vez que eu escuto o cd daquele dia, choro como uma criancinha. Alguns conhecem Deus em uma igreja outros no meio da mata em meio a orgias, comigo é diferente, conheci Deus, quando vi que poderia voar e ser bem mais que um homem melhor (só vai entender essa piada quem conhece as música Given to Fly e Betterman do PJ).
E para quem não curte PJ, só tenho a dizer: never was for you...fuck you...
Essa semana eu descobri um dos melhores blogs que existe na internet, é o Eu dou para idiotas (sim, esse é mesmo o nome). Fala sobre uma moça que realmente comete esse erro de abrir as pernas apenas para idiotas, o que nem é uma grande novidade, já que existem mais idiotas que caras legais e falo isso do alto da minha ignorância de idiota.
Leitura vai, leitura vem e percebo que ela toca, de forma sutil, num assunto ainda não abordado por mim aqui no Super Nada. Nunca falei de transas casuais, mesmo essa sendo a minha modalidade preferida de relacionamento entre um homem e uma mulher. Ela, a dona do blog cujo nome não me lembro, fala das chamadas rapidinhas com certa desenvoltura, nada muito apelativo, então nem visitem o blog esperando ler altos contos pornográficos, porém é importante dizer que ela expõe uma visão um pouco nova na internet, que é a visão da mulher que se sente superior aos caras com que transa, ou pelo menos foi isso que eu entendi, afinal de contas ninguém transa com um cara que acha idiota sem se achar melhor que o indivíduo.
Mas o que eu, Breno Cavalcante, tenho a dizer sobre as transas casuais? Bem, bem... Acho que posso começar explicando por que acho essa modalidade de transa a mais perfeita, então vamos lá...
Muitas vezes você ta em casa, de bobeira mesmo, e bate aquele tesão filho da puta. Até passa pela sua cabeça preguiçosa cometer o ato de auto flagelação, mas no fundo você sabe que aquela vontade só vai passar se for saciada pela presença de outro ser humano em contato físico com a sua pessoa, então o mal estar surge junto com a preocupação.
É nesse momento de desespero que você se pergunta: quem eu vou comer uma hora dessas? E você percebe como seria bom ter uma namorada ou algo do tipo, só para suprir momentos como esse. Mas ele é um ledo engano que os solitários costumam cometer, porque existe uma modalidade de copula que não necessita de um compromisso para efetuar o ato. A essa modalidade damos o nome de transa casual, que é quando você encontra um estranho(a) em uma balada, perde apenas meio papo (nunca mais que isso) de conversa e já parte para um motel.
Fico tentando lembrar quantas foram as vezes em que eu me encontrava em uma das minhas crises existência e numa conclusão mais que correta, percebia que era simplesmente falta de sexo. Então partia para alguma baladinha menos intelectual (um show de rock farinha, uma festinha de amigos ou até mesmo ir para a Lapa) e lá me encontrava com uma representante, nem sempre muito boa, do sexo feminino, acabando por ter relacionamentos intra viginais com a mesma. Ou até mesmo quando eu me deslocava até uma casa de perdição para saciar a sede de contato físico. Não foram tantas vezes como pode parecer, mas mesmo assim foram bons momentos.
A transa casual é a melhor porque exige bem pouco dos participantes, como camisinha ou estar em semi-estado de sobriedade e é um momento de descontração e aprendizado, tanto para o homem como para a mulher. Cometer a fornicação é o ato mais antigo da história da vida a dois. E o principal: não tem desvantagens, como um namoro ou uma ficada. Você só encontra alguém que esteja a fim de transar ou queira te aturar por quarenta e cinco minutos (poucas vezes eu passei disso, sei que é uma vergonha, mas sou sincero) e tem com essa pessoa o que levaria quase um mês de namoro, ou mais, para ter.
Não consigo entender como tem gente que acha estranho transar com um estranho. Eu não seria amigo de uma estranha, mas sexo eu faço sem problemas. Para ser amigo eu preciso de cumplicidade e confiança, já o sexo se me exige um pouco de conversa e uma discrição máxima na hora de entrar no táxi que leva até o motel.
Em fim... viva as transas casuais, que nos livram das noites chatas e ma dormidas e salvam do ostracismo cotidiano. E lembrem se de sempre usar camisinha.
Nem sempre determinação é uma coisa levada a sério quando o assunto em questão é ver filmes com os amigos. Bom exemplo dessa minha alegação foi o fato que aconteceu ontem, quando finalmente saí de casa e fui para um cinema. Posso começar pelo começo (meso sendo redundante): Primeiro fato curioso é que eu chamei duas pessoas para ir comigo e quando vi já estávamos num grupo de oito pessoas, mas a quantidade de gente não é um problema para mim, só tenho que aumentar o humor vazio, a interpretação de que gosto de todos e que estou feliz por estarmos ali discutindo sobre qual filme ver, quando eu mesmo já tinha um na cabeça.
Perguntinha: Porque as pessoas sempre se acham no direito de escolher ou te obrigar a alguma coisa dizendo que não vão fazer parte do que você escolher? Esse o truque mais velho na amizade, porque você fica refém de um grupo maior ou de alguém por quem você tem muita consideração, mesmo que atos como esse provem que a referida pessoa não merece nem um tiquinho de sua consideração.
Mas o dia é de alegria, afinal você não vê seus amigos a quase um ano, tem estado muito ocupado trabalhando, ou lendo, ou escrevendo, ou pesquisando quem nasceu primeiro (ovo ou galinha, e sim o ovo). Você contem seu dragão interior, pede para todos os Deuses forças para aturar gente querendo ver High School Musical 3D (vejam bem, eu disse 3D), não que eu tenha preconceito, e se lembra mais uma vez que eles são seus amigos e perto dos mesmo você finge ser uma pessoa super alegre que faz piada com tudo e tem um nível intelectual de uma lesma paralitica. Você tem que se calar ou entrar na guerra, porque foi você quem criou aquela situação, antes tivesse ido ao cinema no centro da cidade, pedia mais uma hora de almoço, que por acaso você nunca tira, e via o filme na maior paz do mundo.
Passado o período de gládio, machado e rede, o filme escolhido foi Max Payne, mas seu coração não fica tranqüilo, pois você sabe que esse filme e a adaptação de um jogo muito popular nos anos de 2000 à 2002 e o destino de adaptações do tipo já meio que previsível. Engole a seco a vontade de ver 007 – Quantun Of Solace e diz para si mesmo “Tudo pela amizade”, porque mais uma vez tem se a ciência de não vai pegar ninguém durante o filme.
Todos comprando seus ingressos para o tão aclamado filme, do qual você não sabia da existência, quando de repente percebem que está faltando alguém. Um dos seus amigos estava atrasado e a melhor coisa a se fazer é ligar para ele perguntando aonde ele encontrava, pois o filme começava as 18:00 e já eram 17:55. Sorte! Seu amigo está entrando no shopping onde fica o cinema, mas no fundo você sabe que mesmo ele correndo e comprando o ingresso em 1 minuto, você vai perder a parte que mais gosta de se ver num filme: os trailers! Sim, você perdeu os trailers e a entrado do filme, mas a amizade paga tudo isso não é verdade.
Pequeno resumo do filme: Nada além de cenas muito parecidas com um jogo que você já virou 20 vezes em casa. Uma série de erros em relação a mitologia nórdica. Uma péssima legenda. Um pai com seu filho que não cala a boca. Um animal na sua frente que insiste que Ragnaröck que aparece no filme é por causa do jogo de MMORPG e não porque Ragnarök é o fim do mundo para os nórdicos. Você senta do lado de uma garota que estudo com você e já era chata naquela época. Seu amigo mais engraçado tenta te animar enfiando o dedo no seu nariz. Seu outro amigo mais hiperativo não cala a boca um segundo. O filme termina muito mal.
O terror de se ver um filme com amigos fica instalado na sua cabeça e você conclui que nada pode ficar pior, ledo engano jovem! Depois do filme, a rapaziada, a galerë, a molecada, quer ir comer alguma coisa e não existe nada mais... mais... mais... “rapaziada da academia” do que isso. Você nem se da ao trabalho de sugerir um café ou chá com biscoitos, afinal de contas não quer que ninguém ria de você tão alto assim.
Vencido, rendido e arrependido, você se encaminha para a tão famigerada PRAÇA DE ALIMENTAÇÃO, onde as mamães deixam seus filhinhos soltos como bichos em um zoológico a céu aberto. Sentar na mezinha nem é uma dor muito grande assim, mas é o cheiro de gordura que fere seu estomago já tomado pela ulcera e gastrite. Todos compram seus lanches no MccomsumidorburroDonald e você fica só na batatinha de um colega seu (essa frase pegou muito mal).
Papo vai, papo vem e você tentando manter aquela aparência de quem ta adorando fazer piadas ridículas e sendo o bobo da corte, o mico de circo, o parvo saltitante (vou para com isso), mas nem sempre é possível, as vezes seu olhar cabisbaixo atrai a atenção de alguns amigos e é possível ver nos olhos deles a indagação, isso faz com que você faça mais uma piadinha, só mais uma.
Senhoras e senhores! Essa é a descrição de um ato simples, eu sei. Ir ao cinema com os amigos, talvez seja o ato mais comum na adolescência de um suburbano, porém eu definitivamente não nasci para isso. Coloquem mil livros na minha frente e lerei cada um. Coloque uma garrafa de Absolut ou Orloff e eu darei cabo delas em minutos, quisá em segundo. Mas não me mandem para a cova da convivência em grupo, pois meu coração não foi feito para esses momentos de “descontração” em grupo onde não existe nenhum alucinógeno ou etílico por perto. Não que eu ache que o ser humano seja algo deplorável, porque isso eu não acho. O ser humano é lindo de ser observado, mas apenas isso!
São em momentos como esse que eu me lembro muito claramente porque enchia a cara sempre que estava em grupo!
Mais um capítulo de Camadas lá no Contos, café, poesia. Quem estiver lendo essa budega, faz o favor de passar lá e ler o outro blog também.
O ser humano precisa se sentir especial para que possa viver de uma forma mais... como posso dizer?... de uma forma mais feliz. Assim como você que está lendo o blog nesse momento, eu também sou humano e por isso não fujo a regra que acabei de instituir na frase anterior. Então por esses motivos saio a procura de algo que me faça “melhor” do que o resto da humanidade e entro em uma pequena batalha com o mundo a minha volta. Começo a pensar nos números e nomes que me rodeiam a procura de algo que faça (ou não) algum sentido, a fim de me deixar numa situação mais confortável.
Posso começar pelo meu nome (Breno), que significa: dirigente, cabeça chefe ou simplesmente aquele que está no comando. Também posso ir mais longe e usar o dia do meu nascimento 21 de dezembro de 1989 (21/12/1989), um notável anagrama se você olhar só a primeira parte (21/12) e que somando os números chegamos ao tão temido número 6. Mas, se viajarmos mais ainda na maionese, podemos chegar ao ponto onde minha vida pessoal é interferida por essa coisa toda. Ao exemplo do nome, eu sou um líder nato, daquele tipo de que quando era criança tinha os grupos com meu nome (“Posso entrar no seu grupo de trabalho Breno?”) Odiava essa pergunta, porque tinha que ser o meu grupo e não o grupo de Pedro ou do Thiago? Os números também influenciavam muito, geralmente eu era o número 5, 6 ou 7 na chamada ou o 13 na fila indiana por ordem de tamanho.
Total direito de pergunta para vocês criançada, e vocês devem perguntar: Porque um post com esse início tão idiota?
A explicação está nesse texto: Descobriu-se que o Código Dresden foi concebido com conhecimentos astronômicos, apresentando detalhadas tabelas de eclipses da Lua e outros fenômenos. Foi encontrada também a evidência de um mágico número (1.366.560 dias), o qual poderia ser fatorizado nos dois ciclos anuais usados pelos maias, o sagrado calendário tzolkin de 260 dias; e o outro, o Haab, de 365 dias. Também descobriram que os maias tinham outro sistema de contagem de dias chamado de “Nascimento de Vênus”. Este calendário era dividido em meses (uinals) de 20 dias; e anos (tuns) de 360 dias; e longos períodos de 7.200 dias (katun) e de 144.000 dias (baktun). O número 13 era magicamente importante para eles, que acreditavam que, com o nascimento de Vênus, após 13 longos períodos (baktun), o mundo chegaria ao fim. Pesquisando esta data referencial, as profecias maias indicam a data de 22 de dezembro 2012 como o fim do mundo.
...para quem não entendeu: os Maias acreditavam que o mundo vai acabar um dia após meu aniversário (isso excluindo o fato que eu nasci as 23:59 (não foi arredondado), fora do horário de verão), o que para mim já é um sinal... Bom, juntando os fatos atuais, comecei a temer pelo o meu futuro, porque se usarmos a bíblia como ponto de referencia, vamos ver que o mundo está mesmo chegando ao seu fim. A besta escarlata com dez chifres (cada um representa um grande império) começa a perder seu ultimo corno (chifre), os Estados Unidos da America; além do fato de que elegemos o anti cristo, Barak Obama (digo nós no sentido prático da coisa, afinal ele foi eleito pelo mundo tudo).
Juntando todas essas perguntas com os fatos estranhos da minha vida (numerólogos e de nomeação), fiquei me fazendo umas perguntas mais idiota ainda, coisas do tipo: serei eu uma peça importante no final do mundo? Será o final do mundo doloroso? Serei eu o único poder a matar a besta com as adagas do mengido?
Em fim... deixa eu parar esse post que eu to viajando cada vez mais...
Mulheres no vocal. Tenho que admitir que a um certo tempo atrás eu não era muito fã de bandas com vocal feminino. Não era preconceito, tanto porque procurava ouvir antes de criticar, porém o tempo foi passando, fui adicionando novos parâmetros para os meus gostos músicas e tudo descambou para o estágio em que a coisa se encontra hoje, ou seja, ouço muitas bandas com vocais femininos. Mas não estou falando de bandas manjadas como aquelas de Metal (e qualquer variante), falo de bandas muitas vezes desconhecidas pelo grande público, mas que nem por isso deixam de ter um som bom.
O mais interessante é que, independente da música cantada ter sido escrita pela cantora ou por qualquer outro membro da banda, ela (a música) ganha um sabor especial por estar saindo de uma boca feminina.
Mulheres, mesmo as mais chinelas (leia lésbicas) que sejam, ainda assim são bem mais doces que qualquer homem e nada melhor que você escutar uma música bonita numa interpretação doce ou uma música cheia de sentimentos amargos na voz de quem está sentida de verdade.
Por isso vou deixar umas dicas de bandas para que vocês baixem os cds e me digam o que acharam dessas grande mulheres. Top de bandas com vocal feminino: (OBS - O nome de cada banda é um link para baixar algum cd delas)
Columbia – (copiado do last.fm) Nostalgia, melancolia e, apesar de tudo, otimismo. Esses são sentimentos que ninguém pode evitar ao ouvir as canções dessa banda carioca, especialista em fazer trilhas sonoras para corações partidos. Canções com forte carga emocional, que falam de amor da forma mais humana possível. (site oficial - columbianet.com.br)
Luxúria - Luxúria é uma banda de Jacareí, interior de São Paulo, Brasil. No palco, no melhor estilo “front woman”, a vocalista Meg Stock comanda a banda com suas músicas pop rock influenciadas por diferentes vertentes dos 80’s rock e punk rock, com um pé nos sons atuais. Suas composições próprias, ora contundentes e ora sarcásticas - são sempre autênticas. “Ódio”, primeira música de trabalho da banda, mostra tudo o que sobra depois de um relacionamento deteriorado; “Contrariada” é para alguém que acorda com a vontade de que o mundo não existisse para não ter que dizer um bom-dia a quem quer que seja; quando menos se espera ainda tem “Frankenstein do Subúrbio”, “Artifício Mágico” e “Suja e Só”, entre outras. (site - bandaluxuria.com.br)
Leela – A banda Leela nasceu da parceria entre Bianca Jhordão e Rodrigo Brandão, que tocavam juntos na banda Pólux. Quando a Pólux acabou, não faltavam a Bianca e Rodrigo idéias nas quais os dois queriam trabalhar e então deram os primeiros passos para formar a banda que futuramente seria nomeada Leela. (site - pequenascaixas.com.br)
Ludov – O Ludov já trilhou todo o circuito indie quando se chamava Maybees e chegou tão alto quanto uma banda “indie”, com suas letras em inglês, olhar tristonho e gola-olímpica, pode chegar: Dois discos independentes gravados no capricho, elogios de artistas do mainstream, da grande imprensa, público fiel, agenda de shows constante. Dali, era ou mudar para Londres para lavar pratos e viver mandando notícias de suas “turnês internacionais” por bibocas de Leeds ou trilhar mais uma vez o mesmo circuito, falar para as mesmas pessoas e ouvir os mesmos elogios. (site - ludov.com.br)
Tem certos dias em que agente se perde pela internet, mas não é pela quantidade de conteúdo de boa qualidade, é justamente ao contrário, são os conteúdos inúteis que nós fazem ver que existe vida além de web. Mas não se enganem senhoras e senhores, o mundo lá fora é triste e frio e por isso eu trago hoje uns links para ajudar as pessoas a ficar mais tempo em casa e a aproveitar o que a internet tem de melhor.
É a primeira lista de links que eu faço desde que criei o blog, e talvez por isso não fique tão boa, mas espero que os sites que estão abaixo sejam tão proveitosos para vocês quanto foram para mim.
A lista não está em ordem de nada, só fui lembrando e colocando...
Meia Palavra - Fórum sobre literatura em geral e um bom lugar para conhecer gente legal e interessante. Sem falar que é um fórum que tem um ano e por isso ainda tem aquela cara de lugar idealista e não pensem que lá os livros então em segundo plano;
Vertigem - Um dos blogs que eu mais visito nos ultimos meses. É de onde eu tiro todas as HQs que leio e posso dizer: os caras estão fazendo a minha alegria. Quem curte John Constantine e Mr. Sandman vai adorar o local.
Omega Geek - "O último reduto dos nerd" os membros desse fórum diriam, mas eu não concordo. O OMG é um fórum de aleatoriedades, é verdade que as vezes eu me perco com tanto informação, mas mesmo assim não deixo de passar por lá todas as vezes que posso navegar.
Last.fm - Sim, só descobri o lastfm agora e estou adorando e já conheci gente nova nessa brincadeira de ouvir música. vou até deixar o link para o meu perfil (BrenoC)para quem quiser me adicionar.
Então pessoal o post é bem pequeno,mas ele vai crescendo com o tempo, porque durante a semana eu vou colocando mais coisas e espero que vocês me ajudem me mostrando as preciosidades da internet...
E lembrem sempre: não existe vida fora de internet, o mundo real é uma mera enganação.
OBS: post com a palavra sempre repetida várias vezes afim de dar ênfase...
Eu simplesmente detesto vampiros! Bom... Começar a conversa com uma afirmação dessas é meio rude né? Primeiro vamos reformular a frase: eu detesto historinhas sobre vampiros. Ai você pode me perguntar o porquê, e eu só posso explicar que o motivo de toda a minha rejeição a esses seres das trevas é a visão errônea que o mundo atribuiu a eles (fato triste, afinal são ótimos personagens quando bem usados). Sempre que você ver um filme de vampiros vai perceber que existem algumas repetições básicas que acabam por destruir o perfil dos vampiros, essas paradigmas e conceitos formados só me fazem detestar ainda mais quem escreve sobre vampiros. Vou dar alguns exemplos sobre o que estou falando, talvez até consiga classificar todos os “erros” dos roteiristas e escritores (porra, sou muito pretensioso!)
1° - Todos os vampiros são super fodas. Simplesmente não existe um vampiro que se faça de cidadão comum que bebe o sangue aqui e ali sem ser percebido, mundo de país a cada ano, só se alimentando, porque seria bem mais fácil um vampiro sobreviver como um cara comum do que como o super fodão modelo super-estar, que tem a melhor casa do melhor bairro de Los Angeles.
2° - Todo vampiro poderia ser ator de Hollywood. Vejo filme de vampiros só para falar mal e posso dizer que até agora só vi um ou dois vampiros que podemos considerar como feios (aquele gordão do Blade e um dos carinhas do Entrevista com vampiro) e mesmo assim eles morriam ou não tinham muita participação no filme.
3° - Vampiros são promíscuos. Me diz um vampiro desses filme que não seja o comedor, todos sempre estão seduzindo alguém, e no meio do filme sempre rola aquele meia transa entre um vampiro e um mortal seduzido. Porra! Isso é irritante, além de não ter lógica, pois quando se está fazendo sexo com alguém ficamos totalmente desprotegidos. Se um matador de vampiros quiser concluir uma morte, basta fingir que está seduzido e quando o vampiro levantar a cabeça olhando o teto (porque esse tipo de cena também é muito clichê), cravar-lhe estaca no peito (e ninguém nunca pensa nisso)!
4° - Vampiros que amam. Essa para mim é a pior de todas as características de filmes do gênero. Infalivelmente tem uma hora em que o vampiro ou o caçador de vampiros tem que escolher entre seus sentimentos e a pessoa amada (sim, detesto O Crepúsculo, mesmo sem ter lido). Caralho! Será que os roteiristas/escritores se esqueceram de onde vem a lenda dos vampiros? Porra, vampiros são sugadores de sangue que sente um sede tão grande que passam a não se importar mais com nada, só com a sobrevivência deles e de sua espécie e (ao meu ver) só formam grupos, pois sabem que a vida solitária é mais difícil sem ajuda mutua.
Levado por esses clichês, resolvi que iria começar um novo projeto: escreverei sobre vampiros. Não que eu ache que os meus contos vão salvar a ordem vampirescas de se tornar só uma lenda bonitinha sobre auto-reconhecimento usada por autores(as) inescrupulosos que só querem vender livros para jovens meninas de 15 à 18 anos que tem problemas para dizer a um dos amiguinhos de classe que se interessa por ele (sim, mas uma vez O Crepúsculo).
Provavelmente dividirei meus contos em três e não os postarei aqui nesse blog, porque tenho um blog só para os meus contos, mas vou deixar o link para vocês poderem ler uma verdadeira história sobre vampiros bem diferente dos clichês existentes no mercado. Dicas de leitura sobre vampiros: Para quem curte sangue e falta de informação, ou seja, ação, sugiro a HQ 30 Dias de Noite (não sei se o filme com o mesmo nome segue a história da HQ) e o livro Drácula – o vampiro da noite do Brain Stoker que é o primeiro livro sobre vampiros.
P.S: Sim o post está mal escrito, porque havia acabado de ver o filme Garotos Perdidos II – A tribo, ai tinha que externar meu descontentamento com a palhaçada.
Você se olha no espelho (sim, mais espelhos) numa manhã comum como outra qualquer e encontra uma coisa nova no seu corpo, pode ser uma espinha na ponta do nariz , ou uma nova ruga, até mesmo um novo mamilo no canto esquerdo inferior do seu peitoral, não importa, porque você vai se perguntar quase que automaticamente: Que porra é essa? E para essa pergunta cretina, que você sabe que não tem resposta diferente da óbvia, fica outra pergunta: Como essa merda foi parar ai? Acho que nem preciso dizer que essa é outra pergunta que não carece ser respondida.
Bom... agora você tem que aprender a conviver com aquela merda no seu corpo e aceita-la como se ela sempre estivesse por lá, te fazendo companhia desde aquele dia em que o médico bateu na sua bunda pela primeira vez. Mas isso também pouca diferença faz, afinal de contas seria muita hipocrisia eu dizer que as pessoas também vão aceitar suas mudanças assim de forma tão “fácil”. A primeira coisa que neguinho vai dizer é: mas que porra é essa na sua cara? Ou : isso dói cara? Sempre vai ter um engraçadinho que não vai te aliviar a barra e vai te zuar toda vez que puder, e nem adianta apelar para a amizade ou coisas do tipo, porque quando você tem algo que ninguém acha bonito, não existe forma de deixar de ser gastado (todos sabem o que quer dizer essa gíria né?)
Agora vem as perguntas: Porra Breno, tudo isso para o que? Que merda te aconteceu agora?
Respondo: Hoje (24 de outubro de 2008) eu fui comer um cachorro quente com um amigo e acabei encontrando outros amigos. Conversa vai, conversa vem, algumas risadas, eu gastando um, um me gastando, e assim a coisa foi andando, só que no decorrer dessa pequena reunião de velhos conhecidos, percebi que por três vezes as piadas rodaram entorno da minha calvície, e isso me fez ver o quanto ela (a minha calvície) está se tornando uma coisa realmente aparente.
Antes que alguém grite algo, tenho que dizer que não ligo de estar ficando careca aos 18 anos, na realidade me sinto até de certa forma especial (agente se ilude como pode né?!), porque são poucos os caras que podem dizer que seu corpo se comporta de acordo com os anos vividos e não com a idade que eles têm de verdade, e é assim que eu sinto que estou agora: um puta velho, daqueles que fica o dia todo em casa reclamando de bursite nas costas e lendo seus livros “chatos”. E não ligo se alguém me chamar de carequinha ou testão... afinal de contas não tenho como lutar contra nada disso né?
Conclusão (porque esse post é pequeno mesmo): Porra! Foda-se se você tem um bigode (e é mulher), foda-se se você é preto, brando ou amarelo, foda-se se nada em você é para ser como ser! A Pitty já dizia: seja você, mesmo que seja bizarro! Assuma sua careca, sua vesgura ou seus peitos desproporcionais (problema que as mulheres insistem em esconder)
Primeiro gostaria de pedir desculpa aos meus poucos leitores por essa semana que está passando eu simplesmente ter ignorado a maioria dos blogs amigos e o também ter ignorado a existência do próprio Super Nada. Não tinha uma inspiração para escrever e por isso não o fiz, pois acho melhor não escrever quando não se tem nada para falar, nem mesmo coisas aleatórias e sem nexo.
Essa semana tem sido um período de descobertas para mim, pois finalmente entrei na fase da simplicidade sem limites. Eu realmente estou me sentindo cada vez mais feliz em ser menos complexo e executar tarefas que antes eram maçantes por não ter nenhum tipo de desafio intelectual. Fora o fato de que agora são as diversões simplistas que tomam conta das minhas vontades, seja andar sozinho em uma noite fresca enquanto volto do colégio ou tomar uma cerveja com o Pimba falando de nossos rolos sentimentais (por falar nisso: força ai com a Raissa Pimba, a mina é maluca, mas o que importa é que ela tem os dentes). Não importa o que eu vá fazer, tanto que essa ação dependa do mínimo de esforço físico e mental. Na terça-feira cheguei a me sentir o cara mais feliz do mundo porque pude pegar uma condução que geralmente vem lotada e dessa vez havia vindo vazia, chegando a ter lugar para eu sentar me proporcionando uma viagem (de uma hora e meia por falar nisso) tranqüila e sonolenta ao som do primeiro CD do Arctic Monkeys. Em fim... Concluindo: estou nessa quase budista de quanto menos, melhor!
Outro fato que deixou meus cabelos em pé foi perceber o quanto sou desbocado. Sim, eu sou uma pessoa sincera. Chego a romper o laço da educação com a minha sinceridade. Não que eu imponha para os outros as minhas verdade, longe de mim, mas tenho analisado melhor as pessoas com as quais eu tenho dividido meu tempo e minha atenção e acabei percebendo a existência de certa jovem da qual eu deveria ter pena. Explicarei: Sabe aquela pessoa que mente para ela mesma? Que diz ser forte para todos os que passam, mas que por dentro não passa de uma criança chorona e medrosa? Pois é! To falando de uma pessoa que age assim. Faz tempo que agente não se fala (mais por que eu cansei de brincar de fã, afinal sempre canso das minhas brincadeiras e testes), mas hoje mais sedo, eu me vi pensando em o quanto essa jovem deve ser infeliz tendo que fingir algo que não é. Acabei pensando: Porra, que sorte eu tenho de ser assim! Dizer tudo o que se pensa, sem um filtro mental para pescar as coisas que não deveriam ser ditas, é realmente muito bom. Fico na esperança de um dia essa pessoal achar alguém que a faça enxergar que não vale apena ser dura com os outros só para mostrar uma imagem que não é verdadeira.
Mudando de assunto mais uma vez...
Mais livros para ler e nenhum que vá ajudar a me formar, mas mesmo assim eu dividirei meu tempo entre tentar trabalhar e ler A alternativa do Diabo do Frederick Forsyth (um dia eu explico melhor o porquê do meu amor pelo Forsyth e seus livros).
Muitas músicas para ouvir também e agora com mais seriedade, já que finalmente criei meu perfil no Last.fm e quero manter uma lista boa de músicas.
Em fim... um post bem aleatório e contando um pouco da minha vida, só para validar essa idéia de que blog é um diário quase infantil que os adolescentes, em geral, mantem para suprir essa necessidade de fazer parte de algo maior que suas vidinhas. XD
Seria legal se todos os sentimentos viessem engarrafados em embalagens bonitas e multi-coloridas, daquelas que quando você coloca no sol, fazem mil cores no ar e esse tipo de viagem que eu não to muito afim de escrever. A humanidade ia economizar certa quantidade de drogas diferentes e só haveria um único fabricante para esses sentimentos engarrafados, que monopolizaria a produção, deixando tudo por um preço mais acessível.Sei que é sonhos um pouco alto, mas acho que tenho esse direito.
Mas enquanto minha utopia não se realiza, tenho que ir atrás de velhos paliativos: o álcool, que já é uma mistura de sentimentos engarrafados onde você só precisa tomar cuidado com os mls ingeridos, pois no caso do álcool a quantidade é quem vai determinar o sentimento que você vai ter. Eu me considero um especialista no assunto, porque sempre sei quanto custa cada uma das minha emoções, por exemplo: um terço de Dreher com dois de Coca-cola, faz com que eu me sinta o cara mais feliz do mundo, isso é claro depois de uns três copos.
Esse final de semana pude colocar meus serviços de especialista em sentimentos gerados por álcool em prática, porque finalmente tirei o pé de casa e fui até o show de uma bandinha que estava rolando perto aqui por perto. A porra do show era tão ruim que eu fui de chinelo de dedo e nem entrei para ver a tal da banda tocando (a banda era Forfun, quem for do rio vai conhecer logo de cara), fiquei do lado de fora com um amigo (valeu Pimba, também te amo) vendo o movimento e ministrando as doses de Dreher com Coca da noite... pausa para pequena explicação: por que Dreher com Coca é a melhor mistura? Porque Coca é extremamente doce e gaseificada enquanto o Dreher é um conhaque a base de gengibre (um tipo de raiz de gosto forte e amargo). É melhor que Coca com Vodka? Sim! Mil vezes melhor... E a noite foi passando e eu tomando mais e mais do meu catalisador de bons fluidos, até que outros amigos se unem a nossa presença e posso despejar toda a minha felicidade como uma torrente única que sai pelo buraco feito no dique de contenção. Diverti-me mais ainda. Todas as pessoas que estavam do meu lado estavam lindas, o mundo era rosa, tudo era feliz e alegre, até mesmo a atitude idiota de uma certa garota foi facilmente ignorado. Em fim: foi a melhor noite desse ano!
Mas eu sempre tenho que fazer conclusões de tudo, então me sinto na obrigação de fazer só mais essa: Conclui que não importa o quanto você nade em direção contraria a maré, não adiante lutar quando a vitória não faz diferença, simplesmente deixe seu coração ditar quantos mls de felicidade você vai tomar dessa vez, porque a vida é triste se vivida encima de um castelo destruído (ouvindo luxúria) e fica pior quando você acha que está fazendo um bem para você mesmo e para os outros. Em outras palavras: “voltei a beber e nada faz a minha máquina parar, porque ela é sustentada a base da hipocrisia diária que está no ar!”
OBS: Tem gente que não ta gostando do que eu to escrevendo, fazer o que né?! Fico me perguntando se a pessoa não questiona o próprio nível intelectual e não o meu. OBS: Obrigado a todos os que lêem essa bodega, até aqueles que não comentam!