Sobre felicidade simplista, uma garota digna de pena e miudezas.

Primeiro gostaria de pedir desculpa aos meus poucos leitores por essa semana que está passando eu simplesmente ter ignorado a maioria dos blogs amigos e o também ter ignorado a existência do próprio Super Nada. Não tinha uma inspiração para escrever e por isso não o fiz, pois acho melhor não escrever quando não se tem nada para falar, nem mesmo coisas aleatórias e sem nexo.

Essa semana tem sido um período de descobertas para mim, pois finalmente entrei na fase da simplicidade sem limites. Eu realmente estou me sentindo cada vez mais feliz em ser menos complexo e executar tarefas que antes eram maçantes por não ter nenhum tipo de desafio intelectual. Fora o fato de que agora são as diversões simplistas que tomam conta das minhas vontades, seja andar sozinho em uma noite fresca enquanto volto do colégio ou tomar uma cerveja com o Pimba falando de nossos rolos sentimentais (por falar nisso: força ai com a Raissa Pimba, a mina é maluca, mas o que importa é que ela tem os dentes). Não importa o que eu vá fazer, tanto que essa ação dependa do mínimo de esforço físico e mental. Na terça-feira cheguei a me sentir o cara mais feliz do mundo porque pude pegar uma condução que geralmente vem lotada e dessa vez havia vindo vazia, chegando a ter lugar para eu sentar me proporcionando uma viagem (de uma hora e meia por falar nisso) tranqüila e sonolenta ao som do primeiro CD do Arctic Monkeys. Em fim... Concluindo: estou nessa quase budista de quanto menos, melhor!

Outro fato que deixou meus cabelos em pé foi perceber o quanto sou desbocado. Sim, eu sou uma pessoa sincera. Chego a romper o laço da educação com a minha sinceridade. Não que eu imponha para os outros as minhas verdade, longe de mim, mas tenho analisado melhor as pessoas com as quais eu tenho dividido meu tempo e minha atenção e acabei percebendo a existência de certa jovem da qual eu deveria ter pena. Explicarei: Sabe aquela pessoa que mente para ela mesma? Que diz ser forte para todos os que passam, mas que por dentro não passa de uma criança chorona e medrosa? Pois é! To falando de uma pessoa que age assim. Faz tempo que agente não se fala (mais por que eu cansei de brincar de fã, afinal sempre canso das minhas brincadeiras e testes), mas hoje mais sedo, eu me vi pensando em o quanto essa jovem deve ser infeliz tendo que fingir algo que não é. Acabei pensando: Porra, que sorte eu tenho de ser assim! Dizer tudo o que se pensa, sem um filtro mental para pescar as coisas que não deveriam ser ditas, é realmente muito bom. Fico na esperança de um dia essa pessoal achar alguém que a faça enxergar que não vale apena ser dura com os outros só para mostrar uma imagem que não é verdadeira.

Mudando de assunto mais uma vez...

Mais livros para ler e nenhum que vá ajudar a me formar, mas mesmo assim eu dividirei meu tempo entre tentar trabalhar e ler A alternativa do Diabo do Frederick Forsyth (um dia eu explico melhor o porquê do meu amor pelo Forsyth e seus livros).

Muitas músicas para ouvir também e agora com mais seriedade, já que finalmente criei meu perfil no Last.fm e quero manter uma lista boa de músicas.

Em fim... um post bem aleatório e contando um pouco da minha vida, só para validar essa idéia de que blog é um diário quase infantil que os adolescentes, em geral, mantem para suprir essa necessidade de fazer parte de algo maior que suas vidinhas. XD

8 Comentários:

Jaque disse...

Hmmm... felicidade simplista? É aquela coisa meio Zeca Pagodinho? Deixa a vida me levar... Hahaha Sério, vc escolhe como quer enxergar as coisas... E ver que tudo pode ser tão simples deixa a vida mais leve...

Cadê vc no last? Quero ver.

Beijo, garoto!

Mary West disse...

Ahhh gosto dos teus textos mais aleatorios assim, faz a gente ter a sensação que te conhece um poquim mais. Sei lá, desde que eu comecei acreditar que o mundo vai acabar em 2012, tudo parece que faz mais sentido no meu dia-a-dia.

Flávia Batista disse...

heuheuehueheuehue
todo mundo quer que todos sejam sinceros, mas quando se é sincero e verdadeiro, as pessoas reclamam... vai entender.. vai ver q é pq as pessoas n gostam de ouvir a verdade crua e nua, né?!

;)

Pitanga disse...

Lembra daquela pergunta que eu havia lhe feito, referente ao post? Depois eu te explico donde eu tirei aquela idéia.

Pitanga disse...

A simplicidade é algo maravilhoso, pode-se ser feliz sem precisar de muito. A verdadeira felicidade com certeza é aquela que vem de dentro para fora e nada que é material pod nos trazer-la. Claro que é bom poder ter o que se quer, mas fazer disso essencial é um erro.
Eu entendo essa quetão da condução. Me sinto da mesma forma quando pego um onibus vazio, principamente se for as 17:00 e eu estiver indo para casa!

beijo Breno!

Desarranjo Sintético disse...

Como diria o seu
Ladir do "Toma lá dá cá", felicidade simplista é "mara"! Porque não ser feliz com as coisas simples? Afinal as melhores coisas da vida são as gratuitas, o amor, a paz, a alegria, um sorriso, um olhar, um ônibus vazio (com lugar ao menos - bela citação, eheh.)
Quanto a guria, eu até sou adepto da mentira social, aquela para não magoar o outro, mas fingir ser o que não é. Não consigo, acho que sou eu mesmo sempre, ou quase...rsrs. Bom, não sei se blog é coisa infantil, mas se for eu adoro mesmo assim, afinal manter a juventude da alma é uma das coisas simples!!!

Abração.
Fábio.

Cabal disse...

Cara, vc é uma viagem, me amarro nos seus post´s, e só pra lembrar, teu broder aqui já é mais velho e tem blog até hoje, só não atualizo tanto pois só estou com net no trampo, e no blog gosto de escrever em paz, com unzinho, com um vinho, calmo e tranquilo!!!

E existe gente assim em todos os cantos, infelizmente isso é a vida.

Leo disse...

Cara, encontrar a felicidade nas coisas simples da vida é o que há. Ah, se todo mundo se alegrasse com coisas simples, da mesma maneira que se estressam com pequenas coisas...

Sinceridade é fundamental. Pena que as pessoas estejam cada vez mais tentando se esconder, mostrar o que não são, exatamente como você relatou no post.

Livros, músicas... Agora sim, você está falando das coisas boas da vida.

Até mais!