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Meu futuro....

Dizem que os poucos homens que tem a “privilégio”de deslumbrar o seu próprio futuro, são: ou muito bem sucedidos, ou morrem por enlouquecer. Bem, não sei ao certo o que irá acontecer comigo, porque essa semana eu tive esse “privilégio-maldição”. Quando vi aquele ser careca, com um óculos torto, uma calça preta de brim um pouco suja, uma camisa pólo bem velha, segurando o braço de sua senhora, entrando no ônibus, no mesmo ônibus que eu estava, fiquei meio atordoado. Não que eu tenha algum tipo de tara geriátrica, é só que eu percebi que acabava de ver meu futuro. Sim senhoras e senhores que ainda lêem o super nada, eu vi meu futuro e não precisei de bola de cristal, ele simplesmente estava a minha frente, materializado em forma de gente.
Não foi a visão mais bela que eu tive, para ser bem sincero eu não gostei nada desse meu futuro. Fique com um pouco de medo. Mas não me deixei abater, precisava saber mais sobre aquele ser que ali estava, então cheguei mais perto para verificar o tom de voz e o assunto que ele discutia com sua senhora. Fique assustado mais uma vez, pois ele tinha o mesmo tom de voz que o meu (só que mais velho é claro) e o desgraçado estava falando sobre política, me pergunto o quanto àquela senhora já teve o que ouvir.
Mas não foi só sentimento de surpresa que se abateu sobre a minha pessoa. No final da viagem, fiquei pensando sobre o que eu podia concluir daquela visão, acho que todos sabem que eu não tenho crenças e que só acredito no meu potencial, mas nesse dia, especialmente nesse dia, me senti tentado a acreditar que aquela visão era um aviso divino. Talvez aquele homem fosse só fruto de minha imaginação desmotivada pela falta de música no momento. Talvez ele fosse realmente um aviso de um ser superior de que a minha vida não está indo pelo caminho certo ou que está indo pelo caminho certo e que aquele seria o meu fim triste, caso não tivesse mudando tanto. Mas o que importa mesmo é que, se aquilo foi um recado dos deuses, provavelmente foi um deboche comigo, porque me fez chegar a acreditar em deus. Não quero me tornar o que eu vi, e não é por ele ser feio, careca, cabecinha de Paraíba e quase cego, é por ele ser pobre, o que eu sempre luto para não ser.
Pobreza, jovens, e a segunda pior coisa que pode se abater sobre um ser vivente. Não existe, pelo menos que eu tenha vivido, nada pior que se abrir uma geladeira e não se ver o que comer e olha que tem gente que nem geladeira tem. Não quero ser pobre, porque já senti fome, já senti frio e tenho o poder de aprender e sentir vendo os outros vivenciando.

Queria terminar esse post com alguma palavra de consolo para mim mesmo, mas acho que isso é meio impossível. Tenho vivenciado uma volta a fase: “Breno, o terrorista”, não to sabendo o quero, e isso é estranho, porque sempre fui muito decidido. E fora que velhos hábitos estão batendo a porta, quando passo por uma banca de jornal que vem cigarro fico pensando “só um não vai fazer mal”, basta a menor partícula de álcool dispersa no ar para que meu corpo gele e eu lembre que aquele líquido pode me esquentar e ontem, dia estranho, passei por dois caras fumando maconha e pensei como seria bom ter aquele sensação de onipotência de novo. Até mesmo comecei a pensar sobre a utilidade desse blog e se ele deve continuar no ar...

P.S: sem mais P.S...

Anti-social? eu?

Para min o sábado perfeito é aquele em que alugo uns cinco DVDs e fico o dia todo sentado de frente para o computador com o fone de ouvido assistindo aos filmes que minha mente mal estimulada tanto faz questão de ver. Tem gente que não consegue passar o final de semana em casa, diz até que morre se ficar sábado de noite dentro do quarto. Já comigo não é assim, porque nada paga a minha paz, e para me tirar do sofá da sala ou da cadeira da mesa do computador, tem que ser um show muito bom ou uma pessoa muito boa de conversa. Dizem que esse tipo de atitude é anti-social, que o ser humano precisa viver em sociedade e não negar que necessita da companhia de outros... bom... que se foda essas teorias. Gosto de ficar na minha casa, curtindo meu espaço, aonde eu sei que nenhum chato vai ficar me enchendo o saco com conversas que eu não quero ter, aonde eu sei que não preciso estar bem arrumado com a roupa da moda, onde sei que não preciso fazer uma social ou engolindo minhas opiniões acidas, afim de não magoar os outros! (ponto e de exclamação)

Um dia eu foi viciado em rua. Fui como essas pessoas que tem a necessidade de participar de um grupo social ou fazer parte de “algo maior”. Nunca foi de curtir as “baladas” (que palavra escroto) normais, porque vivi essa fase como “roqueiro” (quantas aspas vou usar?!). Se eu queria entretenimento, tinha que me deslocar até o centro da cidade, quiçá para lugares mais longínquos e inacessíveis por vias normais. Mas, todos sabemos que para baixo todo santo ajuda. Já fui a cada lugar, cada sucursal do inferno, cada inferninho (no sentido mais drástico da palavra), cada pocilga, que hoje em dia respondo a pergunta “Você vai mais naquele bar não cara” com a resposta “Nem dá cara. To trabalhando demais e com tempo de menos, mas se der eu apareço”. Sabe que tem gente esperando até hoje.

Enfim, meu passado turvo. como nuvem de quarto de usuário drogas, não interessa muito. Porém existem fatos interessantes dentro dos tempos já idos de minha vidinha turbulenta, por exemplo: já fui a um baile funk dentro de favela, já fui assíduo freqüentador daquelas festa que vão uma porrada “celebridades” (consegui entrar com o pessoal do curso de teatro), já dei uma de boiola só para entrar em festa GLS (meu Deus, não devia ter lembrado dessa)... e por ai vai... são tantos casos macabro que eu prefiro manter uns mais pesados só entre min e o espelho.

O que eu quero com esse post? Acho só quero provar que não sou anti-social, porque eu realmente não sou. Conheço poucas pessoas que não gostem de min declaradamente, mais pelo fato de que quando sei que a pessoa não gosta de min (e não posso reverter o caso), me afasto para não incomodar em nada. Tenho muitos conhecidos e alguns amigos, e sei que os amigos que tenho são daquele tipo que posso contar realmente para tudo. Uma pessoa anti-social não tem conhecidos, só tem amigos. Tem gente que passa na rua, fala comigo, as vezes me para com a intenção de conversar e eu nem imagino quem seja, só que eu paro, assim mesmo, e converso com a pessoa. Me digam: como posso ser anti-social se aturo uns vinte chatos cada vez que piso na rua? Eu não sou anti-social, sou na verdade, um grande mártir. Ahh se eu ganhasse um real todas as vezes que alguém me parasse para conversar.

Quem me conhece na vida real, ou seja, fora do “blogesfera”, sabe que eu sou meio sem noção, mas não sou má pessoa. Então jovens leitores, que mal existe em um homem (sim, me considero um homem e não mais um garoto) passar seus finais de semana enfurnado dentro de seu quarto lendo, escrevendo, vendo filmes e escutando música? E que mal tem, se as vezes eu construo bonecos de vudu para brincar de torturar os vizinhos?

Só para notificar: comecei com apenas duas pessoas lendo o blog, agora (passado um ano e tantos meses de blog) são quatorze.
Pergunta: as pessoas que estão lendo mais coisas inúteis ou sou eu que estou escrevendo melhor?

P.S: Ainda tá funcionando gente >>>Contos, café, poesia<<< é só passar lá e ler...

P.S1: Estou quase desanimando quanto a esse blog, mas tenho que tentar até o final >>>Trêsnecessários<<<

P.S: Se você chegou até aqui, pode pegar a estrela e passar para próxima fase. Mas não esqueça de verificar se o chefe da fase está morto...

“This is the modern way”

“This is the modern way”, é com essa frase que começo meu post. Quem vê o jornal da Record logo pela manhã, nem vai precisar que eu explique o porque de eu estar saindo do (quase) pacto que eu fiz de evitar (tentar) escreve algo nessa língua (sem poesia), chamada de inglês. Bom... o papo é o seguinte: A Inglaterra liberou o uso de embriões híbridos em pesquisas. Mas o que são embriões híbridos? Hummmm.... lembra de X-man, é quase isso. Os embriões híbridos tem metade de seu código genético humano e metade animal. Colocando de uma forma mais simples, eles vão cruzar homem e animal.

É obvio que qualquer explicação que eu de sobre o assunto, vai sempre ser incompleta, primeiro porque eu detesto biologia (nunca me importei em entender porque eu nasci com o cabelo crespo e negro) e segundo porque eu fiquei tão eufórico que não prestei muita atenção na parte da reportagem que era destinada a explicar melhor o sistema.

Mas, que se foda os termos técnico. O que realmente importa é que eu vou estar vivo quando os mutantes vierem, e eu não estou falando da banda dos anos 60! Cara, isso é quase um sonho. Só de saber que agora um homem pode ter suas qualidades genéticas melhoradas sem precisar do esforço físico de se estar em uma academia, basta que, quando concebido, ele tenha seus genes modificados (seriamos seres humanos transgenicos??).

Tá! Eu sei que a coisa não é bem assim, mas é que hoje eu quero dar uma viajada, porque sempre sonhei no dia em que a ciência ia encontrar uma forma de vencer a morte (só para jogar na cara de Deus, que realmente somos a sua imagem e semelhança, até imortais seremos). Tá bom, mas o que a pesquisa com embriões vivos tem haver com a imortalidade? Se você fez essa pergunta começa a tomar cuidado da sua imaginação. Esse é só um dos pequenos passos que damos para chegar mais perto do objetivo final. Eu acredito que o próximo será misturar homem e máquina.

A verdade é que, por mais que a natureza lute e que os eco-chatos digam que ela esta vencendo, nós (o ser humano, a máquina que não para nunca) vamos vencer essa guerra e evoluir. Um dia (quem sabe) o homem vai controlar a natureza. Um dia iremos ser tão poderosos, que seremos capazes de criar matéria do nada, ou seja, sermos capazes de criar vida ou de tira-la sem nem alterar a condição inicial do ser.... (to passando mal cara, é sério!!!)... eu chego a ter orgasmos quando penso nesses coisas.

(Fui até o banheiro e joguei água na cara...)

Não, não posso mentir Ainda to passando mal com a notícia. Só uma pequena história: Quando eu era menor, tinha a péssima mania de tentar fazer a pessoas pensarem igual a min. Um belo dia, na casa de um pastor (que é amigo da família), seu filho e eu estávamos jogando um Game no PC, cuja história tinha haver com “você” (o personagem do jogo) ser uma mutação genética com características animais. Me lembro que o (idiota, babaca, escroto, tosco, esdrúxulo, covarde e descrente (sim, porque se você não acredita na ciência você é descrente) pastor, disse com todas as letras: “Esse tipo de coisa nunca vai acontecer. Deus é poderoso. Ele não vai permitir que estraguem sua melhor obra”.

Cara, quando meu pai me chamou para ver a reportagem, fiquei pensando naquele pastor, vendo a mesma reportagem logo pela manhã, com seu modelo de família perfeita, sentada a mesa com comida suficiente para acabar com a fome na África. Depois pensei nele cuspindo suco de laranja na cara de sua esposa, porque ficou assustado com a notícia...

É fato gentis donzelas e nobres cavaleiros: Esses são os caminhos da modernidade, e ninguém para o carro do homem, que vai deixando a carroça de Deus para trás...

Letra de uma música que eu adoro:

"Devoro exércitos, devoro exércitos,
canto para os pássaros, corro nos desertos, nem
a vontade de mil conselhos pode me deter.
Devoro exércitos, devoro exércitos,
o sangue negro feito petróleo da boca escorre e
me deixa mais forte.
Nem São Jorge irá te proteger.

Vou chegar as crateras da lua e me tornar um deus.
Vou chegar as crateras da lua e me tornar um deus."


OBS: Sim, esse foi aquele tipo de post polêmico que eu devia evitar, mas eu até que gosto de levar esse tipo de polêmica.

OBS: Ainda tenho o outro blog Contos, café, poesia...Então é só entrar lá e ler as minhas tentativas de contos e crônicas.

O ultimo bar...

Devido a uns pequenos problemas que meu penúltimo post causou [Confissões – o mal que fiz ao meu redor], achei que deveria fazer um novo post [pode ficar calmo, não vou confessar mais nada] explicando a coisa toda e esclarecendo pontos que antes estavam meio nublados. Então vamos lá:

“Quando dei a partida no Super Nada, Mesmo, minha intenção era criar um blog diferente dos que já existiam. Eu queria um blog que não tratasse dos assuntos convencionais que eu vejo por ai. Porém essa é uma idéia muito vaga, e logo o blog começou a tomar vida própria, primeiro com a minha antiga brincadeira de listar as coisas que a vida nos ensina e que não aprendemos, depois vieram alguns post soltos e mais para frente uma pequena fase aonde eu falava sobre os pecados. Até esse momento meu blog tinha no máximo cinco comentários. Sei muito bem que o número de comentários [quase um índice de audiência] nunca me influenciou, mas eu tinha que mostrar isso para alguém. A fase que sucedeu a dos pecados, foi a do diário [no meu caso semanário], que virtuosamente, rende mais de sete comentários por post. O que eu quero dizer com esses números? Melhor eu começar explicando o motivador desse post... Recebi alguns e-mail [isso é sério, foram e-mail mesmo e não comentários] de algumas pessoas que lêem o blog [inclusive da garota que eu sito no post] e estavam horrorizados (as) pelo fato de eu ter dito que era mais feliz quando fazia minhas maldades.

Ora caros e queridos leitores, vamos ver se os senhores sabem para que funciona o Super Nada. Pois é, realmente esse blog que você está lendo agora, não tem uma função desenvolvida, ele simplesmente existi para fins sem definição concreta [lembra do mundo aonde Alice entrou depois que seguiu o coelho?]. Fico muito triste quando as pessoas vem ao meu blog [meu, porque não escrevo para vocês, escrevo porque é isso que sei fazer, ou pelo menos acho que sei] e fazem julgamentos. Esse é o pior lugar do mundo para se julgar o que é certo e o que é errado, já que aqui quem diz o que é certo e errado sou eu, o que nos leva a conclusão de que nada está errado e o certo não importa, porque esse é minha visão aqui dentro.

Se vocês ainda não conseguem entender o que é o Super Nada, então me vejo obrigado a dar um meio rumo para ele. Faremos dessa forma: [tente imaginar só mais uma vez, por favor] imagine um lugar que fica entre o céu e o inferno e não é a terra. Esse lugar é o Super Nada, ou melhor dizendo, esse é o bar Super Nada, aonde o barman, taberneiro, garçom [ou seja lá do que você queira chamar] tem uma barba de ponta de queixo, usa camisa polo com bermuda e chinelo de dedo. Imagine que esse bar pode ser freqüentado por anjos e demônios, que lá dentro não existe diferença de raça, cor ou credo, ao mesmo tempo que ninguém vai ser posto para fora se subir na mesa e se declarar um homem bomba ou um fascista bombado. Imagine que esse é o lugar aonde se encontram Dorian Gray, H. Humbert e Sr. Hayde [não estou tentando escrever certo], e que esses mesmo tomam drinques borbulhantes com Lenin, Jesus Cristo e Buda, e ninguém se importa se você foi um hedonista com as mãos sujas de sangue ou se foi um pedófilo tarado por uma Dolores Haze. Imagine um bar aonde os anjos sobem nas cadeiras para falar que Deus não passa de um fascista que só quer o controle de tudo, enquanto os demônios choram por achar que a guerra já está ganha e quando Deus vier eles não vão querer se arrepender, porque amam as suas maldades. Imagine um lugar aonde o tudo é o nada, e eu sou o Super Nada, um herói que tem como poder fazer com que os outros heróis percam seus poderes, ou talvez só um menino que se perde na imensidão de seus próprios devaneios. Imagine um lugar aonde ser mal quando se é bom, não é errado. Imagine um bar aonde o réu afirma ser a vítima e ninguém pode julga-lo. Imagine um lugar que permite a min contar as coisas que fiz de ruim e ainda afirmar que fui muito feliz desejando o mal para os que me rodeavam. Imagine mil e um demônios, anjos, sátiros, driades, fadas, elfos [não os tolkianos], fantasmas, espíritos, monstros, mocinhos, heróis e vilões, dançando e cantando Diabolic scheme [é uma música do The Hives, aconselho a escutar para melhor entendimento]. E no final pouco importa o que você é, qual a sua verdade, para quem você trabalha. Imagine que depois de sair dali, todos voltam a ser quem “devem” ser, o bar se fecha e nenhum barulho é escutado, até a próxima noite quando o circo [sim o circo dos horrores] vai passar por lá e a festa vai ser maior.

Esse, senhoras pudicas e senhores castos, é o blog/bar Super Nada, Mesmo. E seu escritor/proprietário, meio herói, meio vilão, só quer proporcionar diversão não saudável para seus corações, sejam eles de pedra ou de algodão doce. Ele sabe que os dias do blog estão contados, visto que as pessoas tem cada vez menos interesse em deixar seus monstros interiores saírem para uma noitada de bebedeira e sexo selvagem.

Para aqueles que acharam que eu dizer que gosto [gostei e sempre gostarei] de ser mal, foi algo errado e sem sentido, só posso retrucar dando uma aviso: “Não provem do sangue de um inocente nunca, porque se provarem eu serei o primeiro a apedreja-los e a dizer que vocês não passam de frustrados.” E também existem as pessoas que admitem que carregam um monstro dentro de si, então uni vos, pois o tempo é curto e não existem meias culpas.


Esse post não teve a intenção de ofender ninguém, mas teve a clara intenção de criar limites e objetivos para o blog. Se você [isso mesmo estou falando direto com você] não tem estômago ou não passa de um hipócrita, é melhor para de ler meu blog [Tenho a impressão de que isso aqui vai tá jogado as moscas em um minuto].


OBS: Só para lembrar: eu tenho um blog aonde colocou meus outros textos [esses bem mais sérios, é claro] que são basicamente contos, crônicas, poemas, poesias etc. E ainda estou procurando um companheiro para administra-lo, os interessados em me ajudar ou aqueles só querem ter seus textos publicados em um lugar diferente, é só me mandar um e-mail contoscafepoesia@gmail.com. Só esqueci de dizer que o nome do blog é Contos, café, poesia.

OBS 2: Comentem, só para eu ter uma pequena idéia das pessoas que está lendo o blog [o contador não ta ajudando muito]. Quem não estiver com saco de fazer um senhor comentário, é só colocar “estive aqui” e assinar embaixo com seu nome...

OBS 3: Não percam o próximo post. Ele vai falar sobre existencialismo e teoria do equilíbrio de uma forma que você nunca leu por ai....

Novos Brenos, dentro de um só...

O mês de fevereiro foi realmente estranho e novo para min. Apesar de ser um mês dedicado ao convivo publico, eu simplesmente me afastei de tudo e todos. Conheci um pouco mais de min mesmo e das várias faces que tenho escondidas dentro do ser maior [se assim podemos conciderar algum de nós]. O engraçado é que conheci personalidades que eu nem imaginava que poderia assumir. Conheci o "Breno Patético", que no início do mês descobriu que estava apaixonado pela melhor amiga, a qual ele viu crescer e mudar de menina estranha para possivel revelação do mundo das modelos. Também teve o "Breno sexualmente inativo", já que foi o mês que eu menos fiz sexo e que por fim acabei brochando [isso é triste]. Conheci tantos de mim mesmo, que no meio do mês acabei tendo a visita de velhos eus, como o "Breno alcolatra", o "Breno fumante", o "Breno depressivo" etc. Mas com o final do mês chegando e as coisas mudando, acabei achando que o "Breno Patético" deveria dar lugar ao "Breno Prático". Resolvi que não poderia carregar o fardo de estar gostando de alguém quase como gosto de mim, então levantei e fui falar para ela [não importa quem é o ela em questão] que eu já não poderia ser mais seu amigo e que agora todas as opiniões que eu pudesse dar, seriam gravemente influenciadas pelos meus sentimento e que se esses mesmo sentimentos não fossem embora por conta própria, teria que me distanciar dela. Bom... eles não foram, eu me distanciei e agora eles estão cada vez mais fortes... Alguns devem estra se perguntando porque eu não me declarei dizendo que a amava e que queria ficar com ela... a resposta é simples: sabia que ela não queria ficar comigo e que por conta disso era melhor nem tentar...[eu, usando o blog mais uma vez para contar a vida que não é interessante]
Fevereiro ed 2008, vai realmente ficar na memória como o mês mais Breno que eu já tenha visto.
Agora é sentar e esperar por novos meses e novos Brenos....

"Quem se atreve a me dizer do que é feito o samba?"


Ao longo dessa minha curta vida (18 anos), eu conheci um grupo de pessoas bem interessante, alguma até hoje são grandes amigos para mim (mas esse post não é para falar de amizade). Com o tempo de convivência com essas pessoas eu pude notar que cada uma delas tinha ou tem, uma mania, um tique, um rito, que a faça totalmente diferente dos outros. Conhecei gente que cheira a comida antes de comer (Thiago), gente que pisca o olho toda hora (Igor) e até gente que gosta de se masturbar vendo filme de zoo filia (esse eu não posso dizer o nome). Agora vem aquele pergunta de sempre: "Porra Breno, o que tu que com esse post?". Bem amigos, na verdade nem eu sei bem o que eu quero com o post, talvez eu só queira que as pessoas pensei duas vezes antes de fazer chacota com os seus semelhantes só porque eles são gordos, ou negros, ou tenham um membro a menos no corpo, pois existem coisas bem mais interessantes com a qual nós podemos ridicularizar as pessoas, sempre vai haver um vizinho transsexual, ou um motorista de ônibus gago, mas não, não podemos zoar quem é negro, gordo ou quem tem um braço a menos ou as bolas menores entre si....


Alguns pequenos recados: pessoal entrei em mais um fórum (eu sei, parece até piada), mas dessa vez é um fórum maneiro sobre literatura é o meiapalavra . Quem achar legal, se cadastra e troca ideias...