Mostrando postagens com marcador sobre. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sobre. Mostrar todas as postagens

Sobre compaixão.

Alguns blogs tem o poder de influenciar o que irei escrever aqui no super nada. O blog do Leo (nada sem nada) é um grande exemplo dessa demonstração de que eu também sou influenciável (claro que sou, quem não o é). No domingo tive o prazer de ler sobre um assunto que não é alvo de minhas analises a um certo tempo. Estava verificando os comentários que o Leo deixou nos post antigos e no final passei no blog dele para ver se ele tinha postado alguma coisa. Bem... Resumindo a história: acabei lendo um dos melhores post indignados do leo, me senti indignado também, porque o texto trouxe à tona um assunto que estava reprimido dentro de mim: a compaixão do ser humano. Então divagarei sobre a compaixão.

Sabe quando você passa por uma mendigo ou um morador de rua (porque nem todo morador de rua é mendigo) e sente aquele frio na barriga, e você fica olhando e se achando no dever de ter pena daquele pobre ser humano que não teve oportunidades como as suas ou que por uma doença (seja ela mental ou física) não tem condições para trabalhar e viver sua vida sem estar a margem da sociedade? Bom... esse sentimentos fazem de você um grande hipócrita (calma, calma). Porque? Pois sentir "pena" por uma pessoa é o pior e mais mentiroso sentimento que você pode ter. Ter pena significa: "Coitado, daria minhas próprias roupas para ele, mas está muito frio, posso ficar resfriado". A compaixão nada tem haver com esse sentimento que faz com que você se sinta culpado pela situação atual do miserável em questão. Estamos sempre dizendo que a desigualdade é o carro forte do país, mas quando comprarmos de um produtor estrangeiro, só estamos ajudando a aumentar esse problema. E quando eu falo de produtores estrangeiros, estou dizendo produtos conhecidos e que você, homem piedoso, comprar sem perceber.

Quando eu era mais jovem, e ainda sonhava com um mundo igualitário, sem poderes opressivos, sem violência e horror policial ou político, acreditei que dava para mudar a situação daquelas pessoas que estavam a margem da sociedade. Costumava discursar (para quem queria ouvir) sobre as políticas de intervenção que o estado poderia criar a longo, médio e curto prazo, afim de evitar essa mancha na face do sociedade chamada mendicância. Enfim... eu era um coitado, ainda não tinha conhecido o outro lado da história, mas, como todos os invernos hão de chegar um dia, o meu também chegou e eu aprendi mais sobre a mendicância.

Hoje eu sei que boa parte dos homens, mulheres e seres amorfos que vivem na miséria, não querem mudar de situação ou pelo menos não querem se esforçar para mudar. O ser humano é cheio de falhas (e por isso seja tão perfeito), mas a pior de todas é a preguiça. Não querer fazer algo por saber que aquilo vai causar cansaço ou fadiga, é algo que eu não posso aceitar, mesmo que as vezes (poucas vezes) eu haja assim. Posso até entender, mas aceitar jamais. Sei de casos em que o "mendigo" em questão teve um total amparo e mesmo assim não quis se reabilitar para fazer parte de um grupo social produtivo. Sim, é triste saber que o homem é o lobo do homem.

Não, não sinta pena quando você passar pela rua e ver jogado ao chão um homem com seus membros intactos. Olhe para aquele homem e pense como você pode ajudá-lo, como a sociedade pode ajudá-lo a se levantar e sacudir a poeira sozinho. Não existe nada mais gratificando do que ver alguém, que é fruto da sua compaixão, se levantar sozinho e dizer que agora sim pode ir a luta.

Melhorar o mundo é impossível, eu sei porque já tentei. Mas melhorar a nós mesmo, é tão fácil que fazemos isso quase todos os dias. Só nos resta agora aprender como melhorar o que está a nossa volta.


P.S: Não, não voltei a ser militante. Sim, o texto está confuso, mas acho que pode ser entendido.

P.S1: Obrigado pelos comentários no post anterior

Sobre traição, namoro e passado

Como junho é o mês dos namorados, resolvi fazer uma homenagem a esse momento tão importante da vida do ser humano. Porque é fato de que ninguém vive sozinho, podemos estar até mal acompanhados ou acompanhados de ilusões ambulantes, porém sempre estaremos em companhia alheia.

Não vou negar que eu sou contra qualquer forma de compromisso, mais porque acredito que prazer é uma coisa que não tem que ser seguido de sentimento, do que pelo simples fato de não ser uma pessoa muito fiel. Tive poucas namoradas e essas mesmas poucas não foram tão importantes quanto deveriam ser, e também não fui “muito fiel” na visão política da coisa. Digo visão política porque, ao meu ver, nunca traí nenhuma delas, porque ao meu ver traição está inteiramente ligada a sentimentos. Breve explicação: só se trai uma pessoa quando se está ao lado dela sem sentir nada, ou quando se mantém um caso com uma terceira pessoa por quem se tem o mesmo sentimento que deve ser destinado a segunda pessoa. Algumas pessoas do sexo feminino, que freqüentam o blog, vão achar que isso tudo (sobre trair) é puro papo de canalha. Mas o que eu posso dizer? A verdade é que como os animais, o homem também é sugestionável pelos instintos. E a libido é um dos instintos mais forte em min.

Quando eu “saio” (sair aqui no rio tem um significado diferente dos outros estados) com uma garota (não vou mentir), não estou nem ai se ela é a mulher da minha vida ou se é com ela que eu vou passar a próxima semana. Eu estou interessado no que pode rolar naquele noite, se dali nós vamos para um motel ou para casa. E não sou só eu que penso assim, muitos homens pensam igual, só que não tem a mesma coragem de dizer isso em público.

Mas Breno, você sempre disse que é feminista? Que papo é esse de trair suas namoradas? Bom.... acho que esse fato de feminista foi o que me fez criar essa idéia sobre o que é fidelidade. Acho que as mulher (o ser feminino em geral) são as melhores coisas que existem. Dentro do ser feminino se encontram as verdades mais interessantes que o mundo pode nos apresentar, mas não que eu queira virar uma mulher, porque imagino o quanto é difícil ser uma. E o mais legal está nos pequenos detalhes (sempre é assim), exemplos simples: cada mulher (cada uma mesmo) tem um cheiro diferente, um modo diferente, uma visão diferente etc. (com nós homens, não é assim) Uma mulher nunca é a mesma, elas estão sempre em constante mudança, e isso é sem dúvida a maior prova da evolução. Não preciso ficar citando os diferencias que tornam as mulheres superiores aos homens, logo não preciso explicar que eu tenho total direito de provar de cada uma das mulheres que estiverem ao meu alcance.

Claro que tudo tem seu limite. Quando começo um relacionamento, gosto de deixar bem claro até aonde vai o meu sentimento pela pessoa e o que eu deixaria ou não de fazer em nome daquele relacionamento. O legal é que nenhuma das garotas com quem me relacionei, foi obtusa a essas “demarcações e limitações”, porque, afinal de contas, isso também da a elas o direito de sair com outras pessoas (acho que o nome disso é relacionamento aberto). Também nunca fui de sentir ciúmes, pois só me acho dono do que crio, o que me faz não me importar quando um “fofoqueiro” vem até minha pessoa dizer “Cara, queria te falar não, mas bem vi sua namorada saindo com um maluquinho, lá naquela chopada” ao que eu sempre respondo “É, to sabendo. Eu quem falei para ela ir na chopada!”.

Então porque namorar? Essa é uma boa pergunta...Poucas vezes fiz questão de namorar. E menor ainda foram as vezes que eu comecei um, porque a maior parte das minhas tentativas de iniciar um namoro, foram seguidas da frase “Ahhhh! Eu te vejo mais como amigo” (um dia vou explicar porque fico interessado nas garotas que choram na minha frente).


O que eu quero passar para a posteridade com esse meu post? Acho que só desejo que o mundo perca essa visão antiquada sobre os relacionamentos. Nenhum sentimento (eu tenho certeza disso) dura para sempre, uma hora ele se transforma em outro ou acaba sem deixar vestígios. Então porque não podemos ser livres para extravasar nossos impulsos sexuais, sem que isso conjure uma traição? Transar, nem sempre é igual a gostar (lembrem disso).


P.S: Sim, essa visão acima é realmente minha, não a tirei de outro blog. Como tudo que aqui post, essa também é original.

P.S1: Agradeço minhas ex por serem muito pacientes comigo e por estarem ao meu lado mesmo depois de terminado o namoro.

P.S2: Obrigado aos que leram o post.

P.S3: Só lembrando: po gente, custa nada dar uma passada lá e comentar >>>Trêsnecessários<<<

P.S4: Também atualizei o >>>Contos, café, poesia<<<

Sobre emprego, medidas drasticas e excesso de imaginação

Olá jovens! Hoje, bem diferente de quase todos os post, não vou perder tempo com divagações que tentem explicar o porque do post. São tantas as emoções (Roberto Carlos se vira no túmulo, sei que ele não morreu ainda), que vou fazer um post direto, simplesmente contando os novos acontecimentos desse mundo que está ao meu redor.
Bom... posso começar contando que sexta (sexta-feira 13), foi realmente um dia para ficar assustado, mas não no sentido ruim da palavra, já que (juntando da jaque hahauhauha) eu tive um grande motivo para felicidade, e como tudo o que motiva a minha felicidade pode ser considerado estranho...Sexta foi o dia. Além de trabalhar mais que o normal, sai mais cedo do que esperava, ainda fui fazer uma entrevista de estágio (é ai que está a graça). Quem lê o blog a um tempo, já sabe que eu estou fazendo estágio em um banco, e sabe também, que detesto esse estágio, pois trabalho com cobrança. Como cobrar de pessoas que não tem nem para pagar pelas vias normais? Enfim, faço meu trabalho muito bem feito, tanto que com duas semanas de estágio, fui elogiado pelo gerente geral. Porém não deixo de sonhar com estágios melhores e de tanto sonhar, finalmente consegui um estágio melhor. Isso mesmo: feliz, feliz, feliz. Feliz como nunca fiquei, e toda essa felicidade é motivada pelo fato de que esse novo estágio vai ser bem melhor para mim, além de me dar a oportunidade de ser efetivado. Então senhoras e senhores, sexta feira 13, nunca foi tão bonita e feliz.
Continuando o post... Agora que sou uma pessoa feliz, por poder fazer o que gosto, acho que tenho que mudar de atitude e parar de ver o mundo tão escuro e cinza, certo? Não, errado. Agora que eu estou mais motivado a achar a vida uma bosta, afinal de contas, irei tomar medidas drásticas. Se eu já não tenho tempo nem para limpar meu glúteos, imagine agora que vou trabalhar no centro da cidade e longe de qualquer condução que possa me levar direto para a instituição de ensino da qual sou participante.

Além de tudo isso (coisas boas e ruins), estou passando pela fase mais estranha que já se abateu sobre mim. Fazem exatos dois dias que uma tempestade cerebral está jogando futebol com os meus miolos. Nunca tinha passado por isso. As vezes estou escrevendo uma coisa e começo a escrever outra totalmente diferente. No inicio estava achando que tinha acabado a minha "inspiração", mas com o tempo vi que não era bem assim, na verdade estava escrevendo duas ou três coisas diferentes... é meio difícil de explicar...

Então senhoras e senhores... um post normal, num blog anormal. Espero que vocês gostem...

Só esqueci de fazer uma pequena propagando do meu mais novo blog. Sim, eu tenho tempo e cabeça para mais um. Sendo que esse blog não é só meu, escrevo junto com o Gus e com o Kainof, mas vou parar de falar e simplesmente convida-los a clicar no link >>> 3necessários <<< e ler mais essa tentativa de criticar as coisas pela internet...

Sobre os amigos e existencialismo (denovo)...

O anotem, pois vou falar de coisas boas que estão acontecendo comigo...

Não preciso ficar repetindo de meia em meia hora, que não sou uma pessoa muito otimista. Mas tenho surtos momentâneas, ocasionados por bons pensamentos derivados de pequenas descobertas. Minha descoberta do momento são as amizades virtuais que tenho tido. Fazendo uma estimativa (muito por cima é claro), posso contabilizar uns cinco amigos virtuais até agora. Amigo virtual é aquele tipo de pessoa que você só conhece pelos meios digitais e nunca teve o desprazer de ver pessoalmente (mais para frente explico o desprazer). No meu caso, a primeira amizade virtual foi a Renata, que pode ser considerada a pessoa mais por dentro da minha vida e o pior é que não sei explicar como posso contar as coisas para ela, que nunca vi além da web can...

Acho que quando estamos conversando pela Internet, não temos medo de nos abrirmos por saber que existe uma chance muito pequena de conhecer aquela pessoa, e só depois com o tempo já passado temos alguma vontade de conhecer, pessoalmente, aquela que era a nossa confidente. É como se confessar com um padre, você sabe que pode falar qualquer coisa, porque ele está ali sobre juramento e não vai contar o que você teve que contar para espiar as culpas da sua alma (ta bom... eu sei que não funciona bem assim, mas...).

Afirmo que encontrar com um amigo virtual é um desprazer, porque sei por experiência (não própria e sim propagada), que aquele momento em que vocês se vêem pela primeira vez sem um monitor os separando, é meio que constrangedor, você no auge da ingenuidade, olha para aquela pessoa (que é totalmente diferente do que você imaginava) e pensa que ela sabe tudo sobre você, até mais que as pessoas que te rodeiam.

A brincadeira é bem fácil, é só você fazer uma força para se lembrar de quantas “pessoas” você conheceu pela Internet e depois diminuir pelo numero de pessoas que você acha que conhece na vida real. No importa o resultado, porque você nunca conhece alguém de verdade. Já na Internet é bem diferente, pois quando estamos dentro delam, criamos personagens que são dotados de começo, meio e fim. Meu personagem é um grande clichê do homem que tem tudo para ser, mas não foi (típico vilão), porém na vida real eu sou bem diferente disso. Aqui no blog, eu sou só o Breno, que é meio sombrio e as vezes é ower até para ele mesmo.

Quem somos na realidade?

Porque não somos sempre os mesmos?

O que é existir?

Não perca tempo com essas perguntas (conselho do vovô), porque elas, além de serem sem resposta, só vão fazer você acreditar que pode mudar o seu passado, quando na verdade ninguém muda nada, ninguém tem o poder de alterar nada que já foi escrita (é só ver o filma A máquina do tempo).

O futuro é nosso, então se preocupe com as novas amizades que você pode fazer, mantenha as antigas e pense que as que se foram, apenas se foram e a vida é assim mesmo.

PS: Comecei falando de amigos e terminei dando dicas de vida...

PS: Um amigo tem um blog, então faço minha parte divulgando, entrem Cardecista Metaleiro e leiam o melhor post de apresentação que eu já vi em minha vidinha

PS: Obrigado por chegarem até aqui....

Sobre The Hives, The Killers e meu amor pelo indie rock

Eu estava tentando não falar muito sobre música aqui no blog, pois acho que meu gosto não é muito convencional ao ouvido de todos. Parto do principio do fone de ouvido, aonde só eu escuto o que está tocando. Não ligo o som do carro ou de casa no ultimo volume, fazendo com que todos escutem junto comigo as músicas (e se colocasse o som de caso no ultimo volume, até o Hugo Chaves ia ter que ouvir, porque é bem alto mesmo), porque acho que isso é uma tremenda falta de educação e não gosto quando fazem isso comigo.

Porém hoje (16 de maio) fica impossível não falar de música. Isso tudo porque eu voltei a ouvir os dois CDs que eu mas gosto: Vini, vidi, vincius do The Hives e Hot Fuss do The Killers. Simplesmente sou apaixonado pelos dois CDs, e já fazia tempo que eu não dava uma ouvida na parada. Logo de manhã, liguei o pc (não é meu, mas tá lá em casa) e passei os CDs para o mp3 player. Como levo trinta minutos de casa para o trabalho, deu para escutar quase o CD do The Hives quase todo, e estou escutando o cd do The Killers agora (isso mesmo, trabalho com o fone no ouvido e com o som no volume seis de uma escala que vai até trinta e dois).

Cara, eu nem me lembrava como esses álbuns foram importantes para minha vida. Meu primeiro contato com o The Hives foi quando a música Hate To Say I told you so (isso ai a música foi importante e mesmo assim não sei escrever direito o nome) tocou como tema de uma novela da Globo chamada O Beijo do Vampiro, e se bem me lembro era a música que tocava quando amanhecia. Foi só ouvir a guitarra sem distorção uma única vez, para que eu ficasse apaixonado de cara. Procurei a música durante um bom tempo, nessa época agente não achava as coisas tão facilmente na internet, isso se agente pudesse entrar na internet com a conexão discada (poucos tinham modem ADSL e internet banda larga). Um belo dia, num desses passeios de colégio, um amigo (que hoje já não é mais amigo) me mostrou o CD da trilha sonora do O Beijo do Vampiro. Porra cara, eu pirei na mesma hora, fiquei passando mal, devo ter ouvido a mesma música durante a ida e volta do passeio todo (fiquei contando o tempo para poder ir embora). Mas na hora da chegada em casa, tive que devolver o CD. Eu não podia deixar barato, eu tinha que ter aquela música para min. O tempo foi passando e a internet foi chegando, finalmente eu baixei a música (foi na casa do Pedro se bem me lembro). Vivi minha vidinha ignorante em relação ao The Hives durante um bom tempo, só ouvindo uma música. Sim eu conhecia outras bandas, até ouvia coisas bem diferentes, eu estava na fase do Sepultura e todos achavam estranho eu gostar do The Hives. O tempo passou mais uma vez e em uma das minhas idas ao Shopping com o Thiago (agente ia para ver filme, só que entravamos na FINAC ou na Saraiva e gastávamos o dinheiro todo com livros e CD), vi em uma prateleira um box com três CDs: Interpol – Turn... (é o CD que eu mais gosto e não lembro como se escreve o nome), The Libertines – Break up e The Hives - Vini, Vidi, Vincius. Acho que o Thiago não tivesse ao meu lado, eu teria chorado (não que eu tenha vergonha do cara, não tenho mesmo, ele é quase irmão). Meti a mão no bolso e peguei o ultimo dinheiro que me sobrava... (Sad)... mesmo com minhas economias, eu não tinha dinheiro para comprar, ficava faltando sete reais. Olhei para o Thiago (acho que ele viu o brilho nos meus olhos), perguntei se ele podia me emprestar, a resposta foi sim! Naquele segundo eu tive um orgasmo. Finalmente eu ia ter o CD com a música que eu mais gostava. Feliz, feliz, feliz, fui para casa e coloquei o CD no pc e ouvi umas vinte vezes e dessa vez ouvi todas as músicas. Hoje eu sou cara feliz por ouvir The Hives (tenho todos os cds e singles), minha música preferida não é mais aquela, agora é Tick Tick Boom do novo CD The Black and White Album.

Já com o The Killers, a história não foi tão boa e nem emocionante. Para falar a verdade eu nem estava a fim de ouvir a banda. O primeiro a me falar dela foi o Tavinho (Gustavo, que eu nem sei como anda). Depois de um tempo ouvia a música Somebody told Me e adorei, parecia música de boate GLS, tipo: maneira, dançavel (sim eu danço, mas só quando estou sozinho) e com uma letra bem louca. Um dia na casa do Jordan (outro com o qual a amizade, e essa era forte, não deu muito certo) eu gravei o CD. Foi amor a primeira tocada. Ouvi de uma vez e sem parar, a música preferida foi Midnight Show. Claro que depois eu ouvi os outros CDs que foram saindo, mas nenhum me agradou tanto quando o Hot Fuss e ele embalou os meus três primeiros anos de 2º grau (sendo que eu to no quarto porque estou terminando a parte técnica de Informática Industrial). Tirando Bones, eu já não tenho tanto amor pelas músicas do The Killers...

Como está nessa moda de fazer desafios eu lanço o meu:

1 – Três músicas importantes na sua vida (diga o nome da banda, e se lembrar o do cd, nessa ordem)?

Against – Sepultura – CD Agaisnt

O Ultimo romântico – Lulu Santos – CD Satisfação

Evil – Interpol – CD Antic

2 – Uma música que te lembre um momento ou alguém (ou os dois)?

Vinde a min do Dance of days do cd a “história não tem fim” me lembra a Ana. Ouvia essa música direto quando a conheci, e a música fala justamente do sentimento especial entre duas pessoas que são extremamente diferentes e que no final não podem ficar juntas pela distancia de seus mundos (nossa foi profundo!!!)

3 – Uma música que está presente quase o tempo todo e por quê?

Betterman do Pearl Jam, e é fácil saber o porque, é só olhar o titulo da música (homem melhor).

4 – Uma banda para ouvir tudo sem parar?

The Hives, da para ouvir até num enterro, por falar nisso eu quero que toque no meu crematório.

5 – Recomende uma banda a uma pessoa (esse pessoa não precisa ter blog e a pessoa deve baixar pelo menos um CD e escutar).

Já que o Thiago (Galáxia 07) gosta tanto de música, vou recomendar para ele o The Hives e aconselho a baixar o CD novo o The Black and White Album

6 – Passe esse desafio para alguém.

O cara gosta de música mesmo, então vai ser ele novamente. Passo o desafio para o Thiago.

OBS: Me amarrei nesse meu post...Gostei mesmo....

OBS: Só para lembrado do outro blog, Contos, café, poesia. Já deve ter post novo lá. AHH esqueci de dizer que eu estou achando incrível o fato de matar uma mulher cada vez que escrevo lá.

OBS: Ainda à procura de uma loira...(pode ser a Loira Suicida mesmo, eu até gosto do número vinte e três)....

Sobre os amores que tive (ou não)...

Ultimamente eu tenho olhado muito para o passado à procura de algo que eu tenha esquecido. Ainda não sei bem o que esqueci, mas toda vez que olho para trás e me lembro de coisa que fiz ou deixei de fazer, lembro de ideais aos quais eu levantava bandeiras, lembro de pessoas que conheci e hoje não tenho qualquer tipo de contato,, enfim lembro me de uma infinidade de ... [a reticências está sendo usada com a idéia de que são tantos coisas e tão variados tipos, que eu nem sei definir bem], sei que estou lembrando de algo importante, pois se meu cérebro se deu ao trabalho de guarda-las é porque são importantes de alguma forma [assim, pelos menos, eu espero que o cérebro funcione]. Essa semana um grupo de lembranças ficou fixo em minha mente, eram as lembranças das meninas, garotas e mulheres com quem eu já tinha tido algum tipo de relação [notem que eu uso a palavra relação com sentido eufêmico, sendo que o que queria dizer era: relação = beijei, namorei, transei, amassei, encouchei, comi, passei o pinto, e por ai vai]. Sei porque essas lembranças retornaram a minha fonte de pensamentos, na verdade é até simples demais, explico: tenho me sentido muito só ultimamente, nem o meu ego [do tamanho de uma baleia cachalote] tem me sustentado no sentido de companhia, e, para piorar as coisas, tenho visto pelas ruas que nessa primavera as flores tem chamado mais abelhas para perto de si, me parece que todos tem alguém para quem possam voltar, menos eu é claro.
Mas, voltando aos amores que tive [ou não tive]. Fiz uma pequena lista [mental] com os nomes ou descrições básicas das minha companheiras [visto que muitas delas eu nem lembrava o nome, então relacionei pela característica mais forte, como: loirinha, peituda, chata, maluca, gostosona]. Avaliando a lista cheguei aos números [estimativas]: meninas [12 à 14 anos] 5, garotas [15 à 18] 21,5 [o 0,5 corresponde a uma jovem de quem não me lembro, mas só me deu um beijo e deixou a promessa de voltar] e mulheres [18 à 28] 4. Sei que não são números de impressionar, tanto que menos da metade eu conheci mais profundamente [sexo]. Também sei que jovens da minha idade são exímios exemplos de reprodutores, porém sei que o faço é com total segurança de quem sabe que não vai errar [meio convencido admitido]. Como posso ter certeza de que agradei tanto assim? Simples, não tenho certeza, me baseio na idéia de que poucas [acho que só 2] reclamaram de ter se relacionado comigo, mas não diretamente [dãã!!!], eu tinha minhas informantes que sempre me repassavam as informações certas, os elogios e as criticas [ Deus sabe como amo ter amigas].
Bom... as perguntas devem girar entorno de algo como: “Ele ta só querendo se gabar?”. E eu humildemente respondo: Talvez sim, já que ultimamente tenho andado mais para baixo que verme de barriga de cobra, então não existe remédio melhor para esse mal do que se gabar de meu passado libertino, posso até começar uma frase com “Na minha época...”, porém não o farei.
Às senhoras castas e pudicas que lerem meu post sexualmente revelador [nem tanto assim, porque ele foi editado e revisado umas 20 vezes afim de evitar conflitos com palavras de baixo calão e declarações mais baixas ainda], só posso dizer que aqui, no post, está uma parte importante [mas nem por isso falsa] de minha vida e não acho que seja falte de educação contar minha vida para aqueles que desejam ler.

Sobre o espelho, socos, pontapés e minha barba...

Sobre o espelho, socos, pontapés e minha barba...

A relação entre os seres humanos e o espelho já é velha, porém mesmo assim, algumas coisas em relação a esse amigo da vaidade [eu citando os pecados mais uma vez], ainda nos deixa bastante intrigados. Um grande exemplo dessa relação estúpida são os socos e pontapés que a imagem refletida nos da de vez em quando. É um alegação estranha, eu sei [ e que alegação minha não é?!], mas é só deixar eu explicar. Os socos e pontapés pés aos quais eu me refiro, são na verdade as coisas das quais não tínhamos ciência e só passamos a ter depois que temos uma conversa com o espelho. As vezes a conversa nem é muito longa, basta que olhemos para o maldito [o espelho] por uma pequena fração de segundo. Já é tempo o suficiente para vermos cabelos brancos, rugas que não estavam ali, um sinal que pode se tornar um tumor etc. Parece que o espelho tem orgasmos quando nos vê contemplando o que somos e lembrando o que éramos, se torna quase uma relação de sadismo.
Algumas pessoas podem afirmar que não passam por esses problemas e que são desprovidas de qualquer vaidade, mas eu não acredito, porque a vaidade nem sempre está em se olhar no espelho e ver uma pessoa bonita [eu me olho a 18 anos e vejo um orc]. A vaidade pode estar em se olhar no espelho e ver o grande empresário que somos. A vaidade reside no orgulho, e cada vez mais que temos orgulho de nós mesmo, ficamos defronte ao espelho e esperamos ver aquela imagem que nossa imaginação criou. Poucas pessoas olham no espelho e vêem aquilo que querem.
Somos mortais, e com carência de demostrar isso. Sabemos que nossa alma e coração é de fácil venda, logo a cada hora tentamos leiloa-la para quem dá menos e nos leva mais. O espelho é o melhor comprador, já que nunca paga aquilo que promete e sempre leva mais do que devia.
Não, eu não tenho uma solução. Porque? Porque não existe solução. No dia 15 de Março me olhei no espelho e vi que minha barba estava crescendo mais do que o normal, não me senti mal, até posso dizer que gostei. Conclui que era hora de tomar uma decisão, porque ela não vai crescer mais devagar, então fiz a minha parte: deixei o bigode e o cavanhaque. Porque essa deveria ser minha decisão? Porque se eu decidisse cortar tudo e deixar a pele lisa, ela [a barba] iria crescer de novo e ficaríamos nessa guerra até eu me dar por vencido, já que nesses casos a barba sempre vence. Depois desse soco do espelho, me sinto mais leve, já que durante um bom tempo eu deixei o meio cavanhaque [aquele que só fica no maxilar] e sempre tive o maior orgulho de ter sido o primeiro dos colegas a ter barba, e isso tudo, mesmo agora que estou trabalhando e deveria estar sempre com a barba bem feita.
O que vai acontecer com o bigode e o cavanhaque [to parecendo com um aristocrata inglês] no futuro, eu não sei, e talvez nem queira saber. Posso ser chamado a atenção no trabalho por estar cultivando-os, mas mesmo assim não irei tira-los. Agora me sinto mais eu e menos os outros. Me olho no espelho e ele me diz que sou muito diferente [porque não basta ser diferente], acabo ficando feliz e tendo minha vaidade alimentada. No final, o soco me fez olhar mais para o espelho e menos para min.

Sobre as quedas e a vida que estou tendo...

Olá jovens leitores... Faz tempo que eu não atualizo meu blog. Meio que deixei ele para morrer sozinho, mas me parece que ele é um sobrevivente e que não morre tão fácil...
Bom, essas ultimas semana tem sido bem agitas para min e para o mundo, afinal de contas não é sempre que um grande lider revolucionário cai [nos anos 60 e 70 era até coisa normal], nem que um grande lider capitalista afirma que sufocamento não é tortura. Mas isso é um assunto a ser desenvolvido com mais calma.
Já faz algum tempo que eu ando usando o blog para contar minha vida, então vamos aos acontecimentos atuais na minha comédia particular: Agora estudo e trabalho, ou trabalho e estudo, ainda não sei dizer direito. Como menos do que ja comia, deve ser umas duas refeições por dia, que somadas não totalizão nem uma. Voltei a escrever [eu insisto nisso cara, um dia quem sabe eu desisto e livro o mundo desse mal].

Voltando aos grandes lideres e coisa e tal. Nosso amigo e maior idolo [sim, estou sendo sarcástico] Fidel Castro, pediu para sair [capitão Nascimento, que não deixa largar os termos e gírias], e chamou o Raul [o irmão]. Juro que fiquei triste, gostava do cara, e meu pai sempre disse que jogou pelada com ele, quando foi a Cuba [algumas histórias do meu pai são verídicas, outras não podem ser provadas]. Ouvi por anos a Globo falar mal do cara, e sempre que pegava depoimentos sobre Cuba, intrevistava os refugiados que moram nos E.U.A, que por acaso de Deus, são filhos e netos das pessoas que eram ricas antes da tomada de poder [irônico, não?!].
Na mesma semana que nosso amigo pediu baixa, nosso inimigo [Bush] disse, em rede mundial, que sufocamento não era tortura, era só uma forma de fazer o tortu...ops... o prisioneiro contar a verdade. Ai eu faço a pergunta: "Será que esse animal tem mãe?" Detesto tomar partido político [mentira, vou até me candidatar], mas nessas horas é preciso dizer que eu quero que o neguinho...ops... Obrama [que tem Russem no sobre nome] ganhe as eleções e mostre que os Estados Unidos da América, não é feito só de brancos filhos da puta sem amor pelo resto do mundo, quero que ele mostre que também tem negro filhos da puta sem amor pelo resto do mundo...

Assim vai o mundo e eu, sem saber quando vou escrever denovo...